Arte e barbárie podem caminhar juntas

By Rafael Fortes

“Penetramos nos estreitos becos daquela que um tempo era uma antiga e próspera cidade árabe, e que hoje tornou-se uma ‘colônia artística israelense’. Os artistas, às vezes, conseguem ser realmente sensíveis!”

Quem escreve é Suad Amiry, professora da Universidade de Birzeit. O trecho é sobre Jafa, cidade de onde seus pais palestinos foram expulsos em 1948, na fundação de Israel. Está em Sharon e minha sogra: diários da guerra de Ramallah, Palestina, que, com sorte, pode ser encontrado no parco balcão de livro de algumas filiais das Lojas Americanas, a R$ 9,90.

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