Pequeno panorama de absurdos
By Rafael Fortes
O Observatório de Favelas se manifestou contra a proibição, pela polícia militar do Rio de Janeiro, da roda de funk que seria realizada dois domingos atrás no Morro Santa Marta:
“A proibição imposta no Santa Marta nos remete à pior face do Estado, a do autoritarismo e da discriminação. Como imaginar uma cidade diferente e a consolidação de novas sociabilidades quando a polícia proíbe manifestações da cultura popular? Como concretizar o exercício da cidadania se o próprio Estado promove ações que inviabilizam a superação de estereótipos?“
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“Ronaldo Maiorana, da corja dos Marinho, espanca e sai livre; Lúcio Flávio Pinto faz jornalismo e é condenado “, por Idelber Avelar. O mesmo Idelber propôs uma campanha solidária de doações ao jornalista. Entrei nela hoje: fui ao Unibanco e depositei um cacau pra ajudar. Clique nos atalhos, conheça a história e participe você também.
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“O Caso Ouro Preto: Radiografia de mais um crime da mídia brasileira“, no mesmo O Biscoito Fino e a Massa. Por absoluta falta de tempo e paciência para dissertar a respeito, reproduzo o comentário que deixei no Biscoito:
“É o Caso Escola Base nosso de cada dia. Nas faculdades de comunicação, muitos professores dizem aos alunos tratar-se de episódios infelizes e raros. Mentira. Eles acontecem a cada raiar do sol, por duas razões: nenhuma medida é tomada para evitá-los (processar individualmente os veículos de comunicação é necessário, correto e desejável, mas não mudará o quadro sistêmico); e porque raramente eles vêm à tona. Uma lástima.“
Tags: funk
Essa entrada foi postada em 10/7/2009 às 1247226864 sob a(s) categoria(s) Comunicação Social, Democratização da Comunicação, Jornalismo, Política Brasil, Política Rio de janeiro, Segurança Pública, mídia gorda. Você pode acompanhar as respostas desse post através do RSS 2.0feed.
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