De volta de uma viagem a Porto Alegre e São Paulo. Na primeira, entre outras boas, fui ao Olímpico torcer para o Grêmio em um animadíssimo jogo contra o São Paulo e comi um antológico chivito na lanchonete uruguaia na Cidade Baixa. Adoro ir ao Rio Grande do Sul. Na segunda, entre outras boas, fui ao Planeta Terra, festival mais organizado em que já estive. Pena que o som estava baixo e horroroso nas primeiras quatro ou cinco músicas do Primal Scream. A banda abriu com “Can’t Go Back”, minha preferida, que ficou comprometida pelo péssimo som. Estava tão ruim que os caras chegaram a interromper duas músicas.
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Por conta das viagens, acabei não dando pitaco sobre acontecimentos recentes dignos de nota, crítica, resmungo etc. Mas não poderia deixar de mencionar o caso da Uniban (até porque andei sendo cobrado a respeito). Primeiro, a tristeza por um troço daqueles acontecer. Segundo, a inacreditável decisão da universidade de expulsar a aluna. Senão vejamos os “valores” a instituição diz que segue:
Observando o ocorrido e a conduta da instituição em sua condução e desdobramentos, fica flagrante o descompasso entre discurso e prática.
Terceiro, é evidente que um episódio de misoginia como este precisa de providências e de algum tipo de punição e/ou responsabilização. O efeito manada não pode servir de justificativa para a impunidade.
Quarto, tal acontecimento deve ser inserido no quadro amplo de precarização do ensino universitário levado a cabo nos oito anos da gestão de Paulo Renato Souza à frente do Ministério da Educação. No que diz respeito ao libera-geral para as privadas, os sete anos anos de governo Lula - em que estiveram à frente do MEC ministros do PT – nada mudaram.
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O espetacular Manu Chao vem aí, informa Marco Aurélio Canônico. No Rio, será dia 10/12, na Fundição Progresso. Imperdível.
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Caiu na caixa postal esta versão bem bacana do Hino do Flamengo em inglês, por Leandrade:
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Por falar em futebol, da série “esporte violência”, este vídeo que também pingou na caixa postal:
Tags: caso Uniban minissaia, Manu Chao
11/11/2009 às 1257962026
Rafa,
Valeu a cobrança por um posicionamento no absurdo caso UNIBAN. Acho que você explicitou uma dimensão bem interessante do caso, que além de uma questão de gênero, revela também todo o processo ideológico de mercantilização do ensino e, claro, as consequências disto.
Roberta