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	<title>A Lenda</title>
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	<description>Por Rafael Fortes</description>
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		<title>A Lenda</title>
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		<title>Rapidinhas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 13:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana passei pelo Estádio Célio de Barros à tarde. Algumas crianças treinavam em uma escolinha de atletismo. É esse espaço &#8211; um dos poucos existentes no Rio de Janeiro para a prática da modalidade &#8211; que as autoridades responsáveis pela Copa do Mundo querem demolir para construir estacionamento, alegando tratar-se de uma &#8220;exigência da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2525&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Esta semana passei pelo Estádio Célio de Barros à tarde. Algumas crianças treinavam em uma escolinha de atletismo. É esse espaço &#8211; um dos poucos existentes no Rio de Janeiro para a prática da modalidade &#8211; que as autoridades responsáveis pela Copa do Mundo querem demolir para construir estacionamento, alegando tratar-se de uma &#8220;exigência da Fifa&#8221;. A cara-de-pau dos dirigentes ligados ao esporte no Brasil é infinita. E tome dinheiro público na mão deles&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Terça (17/11) tem a <a href="http://http://historiadoesporte.wordpress.com/2009/11/11/cineclube-sport-%e2%80%93-17-de-novembro-%e2%80%93-cordao-de-ouro/" target="_blank">última sessão do ano do Cineclube Sport</a>. Será exibido o filme Cordão de Ouro, que aborda a capoeira.</p>
<p>No blogue coletivo História(s) do Sport, o recado dessa semana foi meu: <a href="http://historiadoesporte.wordpress.com/2009/11/09/jorge-ben-e-o-surfe/" target="_blank">Jorge Ben e o surfe</a>.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Não deixe de ler o artigo &#8220;<a href="http://www.pacs.org.br/artigos.php?id=50" target="_blank">Veneno no seu pulmão</a>&#8220;, de Sandra Quintela, do PACS. (via <a href="http://eliomarcoelho.wordpress.com/2009/11/11/veneno-no-seu-pulmao-o-rio-de-janeiro-em-risco/" target="_blank">Blog do Eliomar</a>.) Trata-se de dinheiro público (meu, seu e de todos os que pagam impostos no Brasil) sendo utilizado para financiar uma obra irregular, ilegal, ilegítima e criminosa. Não bastasse o Estado brasileiro fazer vista grossa para os crimes de vários tipos cometidos pelas empresas responsáveis, ainda por cima os financia. A mídia gorda e vendida, como sempre, enaltece a atuação de empresas que destroem o patrimônio coletivo, violam direitos humanos e trabalhistas, perseguem trabalhadores e lideranças comunitárias. Um trecho:</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.pacs.org.br/artigos.php?id=50" target="_blank">Essas denúncias já foram apresentadas na Câmara de Deputados, na Assembléia Legislativa, na Câmara de Vereadores – RJ, ao BNDES, entre outros órgãos do Estado brasileiro. No entanto, este empreendimento, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA), com todas essas denúncias por trás de si, continua sendo incensado pela grande imprensa como um dos símbolos da suposta recuperação econômica do Rio de Janeiro. Ora, a siderúrgica terá quase toda sua produção exportada para, principalmente, os EUA e a Ásia, num aparente sinal de modernidade. Mas, na prática, as denúncias se avolumam e o silêncio das autoridades anuncia a cumplicidade de um poder que não representa os interesses do povo e do bem viver.</a>&#8220;</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2525/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2525&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Rapidinhas</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[caso Uniban minissaia]]></category>
		<category><![CDATA[Manu Chao]]></category>

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		<description><![CDATA[De volta de uma viagem a Porto Alegre e São Paulo. Na primeira, entre outras boas, fui ao Olímpico torcer para o Grêmio em um animadíssimo jogo contra o São Paulo e comi um antológico chivito na lanchonete uruguaia na Cidade Baixa. Adoro ir ao Rio Grande do Sul. Na segunda, entre outras boas, fui [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2516&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>De volta de uma viagem a Porto Alegre e São Paulo. Na primeira, entre outras boas, fui ao Olímpico torcer para o Grêmio em um animadíssimo jogo contra o São Paulo e comi um antológico chivito na lanchonete uruguaia na Cidade Baixa. Adoro ir ao Rio Grande do Sul. Na segunda, entre outras boas, fui ao Planeta Terra, festival mais organizado em que já estive. Pena que o som estava baixo e horroroso nas primeiras quatro ou cinco músicas do Primal Scream. A banda abriu com &#8220;Can&#8217;t Go Back&#8221;, minha preferida, que ficou comprometida pelo péssimo som. Estava tão ruim que os caras chegaram a interromper duas músicas.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Por conta das viagens, acabei não dando pitaco sobre acontecimentos recentes dignos de nota, crítica, resmungo etc. Mas não poderia deixar de mencionar o caso da Uniban (até porque andei sendo cobrado a respeito). Primeiro, a tristeza por um troço daqueles acontecer. Segundo, a inacreditável decisão da universidade de expulsar a aluna. Senão vejamos os &#8220;valores&#8221; a instituição diz que segue:</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.uniban.br/institucional/missao.asp" target="_blank">ÉTICA &#8211; Observar os mais elevados princípios e padrões éticos, dando exemplo de solidez moral, honestidade e integridade.</a></p>
<p><a href="http://www.uniban.br/institucional/missao.asp" target="_blank">RESPONSABILIDADE SOCIAL &#8211; Exercer a cidadania contribuindo, por meio da educação e das atividades sociais e culturais, para o desenvolvimento da sociedade e a promoção do bem comum.</a></p>
<p><a href="http://www.uniban.br/institucional/missao.asp" target="_blank">GESTÃO &#8211; Valorizar e seguir os princípios da Transparência e Responsabilidade Corporativa. Para isso, um sistema de gestão da qualidade administrativa e acadêmica está implementado como instrumento de monitoramento do desempenho das atividades acadêmicas desenvolvidas na UNIBAN.</a></p>
<p><a href="http://www.uniban.br/institucional/missao.asp" target="_blank">QUALIDADE &#8211; Estimular a inovação e a criatividade, de forma planejada e integrada, propiciando a perenidade da organização e a busca da melhoria contínua.</a></p>
<p><a href="http://www.uniban.br/institucional/missao.asp" target="_blank"> SER HUMANO &#8211; Propiciar tratamento justo a todos, valorizando o trabalho em equipe, o alto grau de sinergia e integração, estimulando um excelente ambiente humano de trabalho.</a>&#8220;</p>
<p>Observando o ocorrido e a conduta da instituição em sua condução e desdobramentos, fica flagrante o descompasso entre discurso e prática.</p>
<p>Terceiro, é evidente que um episódio de misoginia como este precisa de providências e de algum tipo de punição e/ou responsabilização. O <em>efeito manada</em> não pode servir de justificativa para a impunidade.</p>
<p>Quarto, tal acontecimento deve ser inserido no quadro amplo de precarização do ensino universitário levado a cabo nos oito anos da gestão de Paulo Renato Souza à frente do Ministério da Educação. No que diz respeito ao libera-geral para as privadas, os sete anos anos de governo Lula -  em que estiveram à frente do MEC ministros do PT &#8211; nada mudaram.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.manuchao.net/ressources/news/news_id553/tombolatour09.jpg" alt="" width="540" height="810" /></p>
<p>O espetacular <a href="http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-10_20_39_25-137279933-0" target="_blank">Manu Chao vem aí</a>, informa Marco Aurélio Canônico. No Rio, será dia 10/12, na Fundição Progresso. Imperdível.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Caiu na caixa postal esta versão bem bacana do Hino do Flamengo em inglês, por Leandrade:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/11/11/rapidinhas-14/"><img src="http://img.youtube.com/vi/weL5SO6i9xI/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">*   *   *</p>
<p>Por falar em futebol, da série &#8220;esporte violência&#8221;, este vídeo que também pingou na caixa postal:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/11/11/rapidinhas-14/"><img src="http://img.youtube.com/vi/M0qwMTmXNzE/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2516/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2516/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2516/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2516/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2516/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2516/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2516/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2516/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2516/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2516/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2516&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Seu Antônio S/A&#8221;, por Rodrigo Viellas</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo, início de tarde de sábado, ainda meio zonzo de sono. Resolvo ver se alguns amigos andaram atualizando os blogues deles e esbarro com essa pérola (tenho usado bastante a palavra ultimamente, inclusive no texto que vai ao ar segunda de manhã no História(s) do Sport, &#8220;Jorge Ben e o surfe&#8221;) do Rodrigo Viellas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2514&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>São Paulo, início de tarde de sábado, ainda meio zonzo de sono. Resolvo ver se alguns amigos andaram atualizando os blogues deles e esbarro com essa pérola (tenho usado bastante a palavra ultimamente, inclusive no texto que vai ao ar segunda de manhã no <a href="https://historiadoesporte.wordpress.com/" target="_blank">História(s) do Sport</a>, &#8220;Jorge Ben e o surfe&#8221;) do Rodrigo Viellas, direto de Belém: <a href="http://ocaraestranho.wordpress.com/2009/11/04/seu-antonio-sa/" target="_blank">Seu Antônio S/A</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2514/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2514&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>1o. Festival Cultural Fala Favela</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política Rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia 19/11, quinta-feira, no Bloco O do Campus do Gragoatá da UFF, em São Domingos, Niterói. Abaixo, o cartaz e uma reprodução do texto de divulgação.
*  *  *
&#8220;O I Festival Cultura Fala Favela é o resultado do projeto de extensão universitária Curso de Formação de Agentes Culturais Populares.
O curso visa capacitar/qualificar jovens e adultos moradores [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2482&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Dia 19/11, quinta-feira, no Bloco O do Campus do Gragoatá da UFF, em São Domingos, Niterói. Abaixo, o cartaz e uma reprodução do texto de divulgação.</p>
<div id="attachment_2484" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2009/10/cartaz-internet.jpg"><img class="size-full wp-image-2484" title="cartaz internet" src="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2009/10/cartaz-internet.jpg?w=450&#038;h=639" alt="cartaz internet" width="450" height="639" /></a><p class="wp-caption-text">Clique sobre o cartaz para ampliá-lo.</p></div>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>&#8220;O I Festival Cultura Fala Favela é o resultado do projeto de extensão universitária Curso de Formação de Agentes Culturais Populares.</p>
<p>O curso visa capacitar/qualificar jovens e adultos moradores de espaços populares, sobretudo favelas em Niterói e na cidade do Rio de Janeiro, que desenvolvem atividades no campo da arte e da cultura (artistas e produtores culturais dos campos da música, dança, audiovisual, artes plásticas, artesanato, teatro e &#8220;animadores culturais&#8221;). A intenção é estimular essas iniciativas e permitir que elas possam se beneficiar de editais de fomento, sendo organizadas no sentido de captar recursos (públicos ou privados), bem como desenvolver atividades auto-sustentáveis, estimulando a formação de redes culturais nas favelas.</p>
<p>O festival pretende apresentar essa diversidade da produção cultural popular, na contracorrente das visões estigmatizantes e das políticas criminalizantes que hoje se voltam para as populações faveladas.</p>
<p>Data: 19/11/2009</p>
<p>Local: UFF, campus do Gragoatá, Bloco O, Niterói, RJ</p>
<p><strong>Programação</strong>:</p>
<p>10h -  Debate: Favela é cultura. Cultura é favela.</p>
<p>Adair Rocha (MinC), Deley de Acari (poeta e animador cultural), Victor Hugo Adler Pereira (UERJ), Severino Honorato (agente cultural popular)</p>
<p>Local: Auditório do ICHF (segundo andar, bloco O)</p>
<p>14h às 18h &#8211; Oficinas</p>
<p>circo, bboying, literatura, fotografia, música, grafite</p>
<p>Locais: auditório do ICHF (segundo andar, bloco O), sala 510 bloco O, galeria do ICHF, hall dos blocos N e O.</p>
<p>19h &#8211; Apresentações de capoeira, coral sacro N’KORIN OLÓÔRUM, hip hop, circo, roda de samba e roda de funk.</p>
<p>Local: Pilotis do bloco O&#8221;</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2482/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2482/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2482/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2482/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2482/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2482/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2482/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2482/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2482/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2482/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2482&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O &#8220;compromisso&#8221; do PSDB com a educação (6)</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/11/03/o-compromisso-do-psdb-com-a-educacao-6/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 12:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Renato Souza]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>

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		<description><![CDATA[Em discurso na Câmara dos Deputados, Ivan Valente (PSOL/SP) denuncia um novo e decisivo passo dado pelo estado de São Paulo para tornar o sistema estadual de educação pior do que já é. Conseguiu aprovar, na Assembleia Legislativa, um inacreditável projeto que detona a carreira docente &#8211; como se o panorama atual não fosse horroroso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2509&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Em <a href="http://ivanvalente.com.br/CN02/pronunciamentos/pron_det.asp?id=718" target="_blank">discurso</a> na Câmara dos Deputados, Ivan Valente (PSOL/SP) denuncia um novo e decisivo passo dado pelo estado de São Paulo para tornar o sistema estadual de educação pior do que já é. Conseguiu aprovar, na Assembleia Legislativa, um inacreditável projeto que detona a carreira docente &#8211; como se o panorama atual não fosse horroroso o suficiente, com situações como as dos professores eventuais.</p>
<p>O governador de São Paulo é José Serra (PSDB), que <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/04/07/o-compromisso-do-psdb-com-a-educacao-4/" target="_blank">fez e faz opção preferencial política pela Editora Abril</a> ao comprar material didático. O secretário de Educação é Paulo Renato Souza (PSDB), provavelmente a figura mais nefasta para a educação brasileira (pelo menos) nos últimos 20 anos. Além dos oito anos como ministro no governo FHC (PSDB), nesta legislatura como deputado federal, Paulo Renato Souza propôs retirar, de uma medida provisória encaminhada pelo governo,  <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/04/27/o-compromisso-do-psdb-com-a-educacao-5/" target="_blank">a exigência de licitação para compra de merenda escolar</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2509/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2509&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>&#8220;Responsabilidade social&#8221; (27)</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/11/02/responsabilidade-social-27/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 13:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola]]></category>
		<category><![CDATA[justiça do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda enganosa]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia critiquei decisões judiciais que criminalizam os movimentos sociais. Mas convém não generalizar. Na matéria &#8221; &#8216;Meu pai leva alegria para os outros e tristeza para dentro de nossa casa&#8217; &#8220;, vemos o exemplo de um juiz que não compactua com os crimes cometidos pelas empresas. O subtítulo esclarece mais: &#8220;Coca-Cola submete motorista a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2403&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Outro dia <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/24/pacotao-de-leituras-recentes-sobre-o-campo-brasileiro/" target="_blank">critiquei</a> decisões judiciais que criminalizam os movimentos sociais. Mas convém não generalizar. Na matéria &#8221; <a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/201cmeu-pai-leva-alegria-para-os-outros-e-tristeza-para-dentro-de-nossa-casa201d" target="_blank">&#8216;Meu pai leva alegria para os outros e tristeza para dentro de nossa casa&#8217;</a> &#8220;, vemos o exemplo de um juiz que não compactua com os crimes cometidos pelas empresas. O subtítulo esclarece mais: &#8220;<a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/201cmeu-pai-leva-alegria-para-os-outros-e-tristeza-para-dentro-de-nossa-casa201d" target="_blank">Coca-Cola submete motorista a um trabalho sobre-humano e sentença judicial atesta prática de propaganda enganosa</a>&#8220;. Segundo a reportagem,</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/201cmeu-pai-leva-alegria-para-os-outros-e-tristeza-para-dentro-de-nossa-casa201d" target="_blank">Na declaração judicial, Jorge Luiz Souto Maior analisou a exploração da imagem da profissão de motorista em uma recente peça publicitária da Coca-Cola e a propaganda enganosa da auto-promoção da empresa como socialmente responsável, por causa da campanha “Otimismo que transforma</a>”.</p>
<p>Mais um exemplo do que significa, na prática, a lenga-lenga da  &#8220;responsabilidade social&#8221; empresarial. Mais um exemplo do maravilhoso mundo da publicidade (a serviço das empresas).</p>
<p>Como eu já disse, &#8220;<a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2008/08/25/viva-o-lado-coca-cola-da-morte/" target="_blank">viva o lado Coca-Cola da morte</a>&#8220;!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2403/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2403/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2403/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2403/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2403/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2403/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2403/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2403/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2403/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2403/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2403&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Rapidinhas</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/31/rapidinhas-13/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 17:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria d&#8217;O Globo noticia discurso do deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP) a favor da legalização da maconha. Tá aí um debate que o Brasil ainda não fez a sério &#8211; como, aliás, ocorre com quase todas as questões relevantes. Salvo por uma ou outra exceção (como a matéria citada), a mídia gorda se recusa a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2505&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Matéria d&#8217;<em>O Globo</em> <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/10/28/deputado-defende-no-plenario-da-camara-legalizacao-da-maconha-o-plantio-para-consumo-pessoal-914407670.asp" target="_blank">noticia</a> discurso do deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP) a favor da legalização da maconha. Tá aí um debate que o Brasil ainda não fez a sério &#8211; como, aliás, ocorre com quase todas as questões relevantes. Salvo por uma ou outra exceção (como a matéria citada), a mídia gorda se recusa a debater o assunto de forma aberta &#8211; como, aliás, ocorre com todas as questões relevantes da sociedade brasileira &#8211; e a dar voz àqueles que buscam discuti-lo.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Segundo ouvi ontem (sexta-feira) na Rádio Globo, quarta-feira próxima, dia 4/11, vai a votação, no plenário da Câmara dos Deputados, o projeto de lei do senador Paulo Paim (PT/RS) que prevê que todas as faixas salariais dos aposentados do INSS sejam reajustadas anualmente pelo mesmo índice do salário-mínimo. O governo federal, chefiado pelo PT, vergonhosamente se posicionou contra o projeto.</p>
<p>Esta é uma das propostas do parlamentar gaúcho que têm o objetivo de interromper um roubo histórico e sistemático sobre os trabalhadores aposentados. É triste constatar que <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2008/12/05/um-dia/" target="_blank">elas vêm sendo sabotadas por seu próprio partido</a> &#8211; que muitos ainda consideram de esquerda.</p>
<p>Tenho certeza de que o deputado federal em quem votei estará presente no plenário e votará a favor do projeto. E o seu?</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2505/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2505/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2505/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2505/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2505/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2505/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2505/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2505/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2505/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2505/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2505&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<item>
		<title>Curtinhas sobre violência e segurança pública no Rio</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/30/2498/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política Rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[O seminário sobre o &#8220;choque de ordem&#8221; organizado pela Abong Rio e que seria realizado quarta-feira (28/10) foi adiado. Só fiquei sabendo disso na própria quarta à noite, quando uma pessoa me ligou dizendo que estava no local e não havia nada por lá. Peço desculpas a algum(a) outro(a) eventual leitor(a) que tenha visto a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2498&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O seminário sobre o &#8220;choque de ordem&#8221; organizado pela Abong Rio e que seria realizado quarta-feira (28/10) foi adiado. Só fiquei sabendo disso na própria quarta à noite, quando uma pessoa me ligou dizendo que estava no local e não havia nada por lá. Peço desculpas a algum(a) outro(a) eventual leitor(a) que tenha visto a divulgação aqui n&#8217;<em>A Lenda</em>, ido ao Sindicato dos Engenheiros e dado com a cara na porta.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>O informativo do Observatório de Favelas <a href="http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=665" target="_blank">entrevistou</a> dois professores que moram em Vila Isabel a respeito dos impactos dos tiroteios da semana retrasada em suas rotinas. O tipo de voz que a mídia gorda não se interessa em ouvir.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>É digno de antologia o <a href="http://www.programafaixalivre.org.br/?id=627" target="_blank">diálogo entre Paulo Passarinho e Marcelo Freixo</a> sobre alguns acontecimentos recentes e o cenário histórico da violência e da política de segurança pública no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Se ainda não leu, leia o <a href="http://www.eliomar.com.br/site/leiamais.php?pagina=noticia1.htm" target="_blank">Manifesto contra o &#8220;revide&#8221; da Segurança Pública no Rio de Janeiro</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2498/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2498/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2498/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2498/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2498/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2498/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2498/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2498/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2498/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2498/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2498&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Rapidinhas</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/29/rapidinhas-12/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha esse blogue sabe que uma das teclas em que volta e meia  bato é a discriminação que certos assessores de imprensa e outras figuras praticam contra jornalistas da mídia popular e nanica. Na matéria &#8220;Onde a liberdade de expressão&#8221;, publicada no Fazendo Media de setembro, Sheila Jacob traz diversos exemplos deste tipo de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2461&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Quem acompanha esse blogue sabe que uma das teclas em que volta e meia  bato é a discriminação que certos assessores de imprensa e outras figuras praticam contra jornalistas da mídia popular e nanica. Na matéria &#8220;Onde a liberdade de expressão&#8221;, publicada no <em>Fazendo Media</em> de setembro, Sheila Jacob traz diversos exemplos deste tipo de prática. Tivéssemos uma entidade de classe com poder normativo, tais jornalistas seriam julgados por pares em um conselho de ética por obstruírem, sem qualquer base legal, o trabalho de colegas.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Recomendo a leitura da bela, triste e contundente <a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/BlogueirosIntegra.asp?id_artigo=7560" target="_blank">reportagem</a> de <a href="berlindajornalistica.wordpress.com" target="_blank">Juliana Sayuri Ogassawara</a>, &#8220;<a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/BlogueirosIntegra.asp?id_artigo=7560" target="_blank">Uma trincheira diante do arbítrio de Uribe</a>&#8220;, na <em>Fórum</em> de setembro. Essas informações não têm lugar na mídia gorda, quando esta se mete a falar sobre a Colômbia.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Quando, nas eleições de 2010, os candidatos do PFL (atual DEM) começarem a dizer que oferecerão habitação para a população necessitada, será hora de lembrar <a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/EdicaoNoticiaIntegra.asp?id_artigo=7558" target="_blank">desta matéria</a> de Camila Souza Ramos, sobre uma iniciativa da prefeitura de São Paulo (sob o comando de Gilberto Kassab, do partido citado) para despejar moradores da Vila Itororó, no Centro de São Paulo.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2461/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2461&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Peixinhos, tubarões e os desafios da vida</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/28/peixinhos-tubaroes-e-os-desafios-da-vida/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/28/peixinhos-tubaroes-e-os-desafios-da-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 09:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[universidade]]></category>
		<category><![CDATA[Darwinismo social]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[universidade privada]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Curso superior mesmo é o que prepara você para os desafios do dia-a-dia&#8221;, diz a propaganda de uma faculdade particular de Niterói (RJ). Vi o anúncio em um outdoor de minha cidade natal e fiquei horrorizado com os peixinhos mostrando os dentes. Acho que a peça publicitária é auto-explicativa em relação ao modelo de ensino [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2479&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#8220;Curso superior mesmo é o que prepara você para os desafios do dia-a-dia&#8221;, diz a propaganda de uma faculdade particular de Niterói (RJ). Vi o anúncio em um outdoor de minha cidade natal e fiquei horrorizado com os peixinhos mostrando os dentes. Acho que a peça publicitária é auto-explicativa em relação ao modelo de ensino que vigora na maioria das instituições universitárias privadas: nada de estímulo a uma formação humana ou ao desenvolvimento de uma compreensão ampla e/ou crítica do mundo em que vivemos. Apenas (a promessa de) um manual de sobrevivência para ser um bom &#8220;competidor&#8221; e derrotar os &#8220;adversários&#8221;. Era mais fácil trocar as aulas por uma exibição de <em>O Corte</em>, do diretor Costa-Gravas&#8230;</p>
<p>Fui catar o cartaz com os peixinhos furiosos e achei algo melhor: um vídeo. Assistindo-o, penso que talvez nunca tenha sido tão apropriada a expressão &#8220;tubarões do ensino privado&#8221;.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/28/peixinhos-tubaroes-e-os-desafios-da-vida/"><img src="http://img.youtube.com/vi/RJQzep0Ip08/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Seminário: Choque de Ordem ou Choque Contra os Direitos Humanos?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 21:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política Rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[ABONG]]></category>

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		<description><![CDATA[Pingou na caixa postal um seminário para discutir o &#8220;choque de ordem&#8221; da Prefeitura do Rio, quarta-feira à noite, no Sindicato dos Engenheiros.
*  *  *
Seminário: Choque de Ordem ou Choque Contra os Direitos Humanos?
O Regional Sudeste da Abong – Associação Brasileira de Organizações não Governamentais convida para o seminário “Choque de Ordem ou Choque Contra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2477&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Pingou na caixa postal um seminário para discutir o &#8220;choque de ordem&#8221; da Prefeitura do Rio, quarta-feira à noite, no Sindicato dos Engenheiros.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p><strong>Seminário: Choque de Ordem ou Choque Contra os Direitos Humanos?</strong></p>
<p>O Regional Sudeste da Abong – Associação Brasileira de Organizações não Governamentais convida para o seminário “Choque de Ordem ou Choque Contra os Direitos Humanos?”, na perspectiva de fazer um balanço dos sete meses do “Choque de Ordem” realizado pela prefeitura do Rio de Janeiro, analisando as ações promovidas e os reflexos em relação aos direitos humanos. A atividade reunirá lideranças de grupos comunitários, camelôs, associadas da Abong, movimentos de luta urbana e ocupação.</p>
<p>O evento acontecerá no Auditório do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro – SENGE-RJ (Av. Rio Branco, nº 277, 17º andar – Cinelândia), em 28 de Outubro de 2009, de 18h às 20h. Contamos com a sua participação!</p>
<p>Programação</p>
<p>18h – Abertura Direção Colegiada da Abong Sudeste</p>
<p>Mesa de Debate</p>
<p>André Luiz Abreu – Fórum Comunitário Lúcio Bispo (Chapéu Mangueira e Babilônia)</p>
<p>Maria de Lourdes Santos – Movimento Unificado dos Camelôs</p>
<p>Maria Emília Pacheco – diretora da FASE</p>
<p>Maria Lúcia Pontes – Defensora Pública</p>
<p>Reimont – Vereador (PT/RJ)</p>
<p>Rodrigo Bethlem – Secretário Especial da Ordem Pública</p>
<p>Mediação: Dayse Valença – ASPLANDE / Diretora da Abong</p>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Entrevista de Zygmunt Bauman à Agência Notisa</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/25/entrevista-de-zygmunt-bauman-a-agencia-notisa/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 13:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Notisa]]></category>
		<category><![CDATA[favelas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Zygmunt Bauman]]></category>

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		<description><![CDATA[Reproduzo abaixo a entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman divulgada recentemente (em três partes, em 16, 19 e 20/10/2009) pela a Agência Notisa.
*  *  *
ENTREVISTA ESPECIAL: ZYGMUNT BAUMAN
A matéria de hoje inaugura uma série de três que compõem a entrevista que o professor Zigmunt Bauman concedeu à Agência Notisa, na qual trata da questão das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2474&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Reproduzo abaixo a entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman divulgada recentemente (em três partes, em 16, 19 e 20/10/2009) pela a <a href="http://www.notisa.com.br" target="_blank">Agência Notisa</a>.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p><strong>ENTREVISTA ESPECIAL: ZYGMUNT BAUMAN</strong></p>
<p>A matéria de hoje inaugura uma série de três que compõem a entrevista que o professor Zigmunt Bauman concedeu à Agência Notisa, na qual trata da questão das favelas do Rio de Janeiro. Nossa intenção foi interrogar se, para o sociólogo polonês, haveria ligações entre os conceitos que descreve no seu livro <em>Modernidade e Holocausto</em> e o contexto da cidade. Basicamente, Bauman mostra no livro que o Holocausto, tal como outros genocídios levados a cabo no mundo contemporâneo, não é uma deformidade da História, mas sim um mecanismo inerente à Modernidade, especialmente organizado de forma fabril para dar conta de “limpezas” consideradas necessárias e organizadas pelos Estados. Vale aqui uma explicação sobre as rotinas de produção desta entrevista: enviamos o pedido, acompanhado de três perguntas, e o professor nos solicitou um tempo para estudar o assunto. O resultado foram três artigos, respectivamente elaborados para cada uma delas. Optamos pela tradução e publicação na íntegra, inclusive com a bibliografia que segue, no último envio, próxima terça feira. É nossa intenção também disponibilizar as respostas originais em inglês, que poderão ser pedidas a nós por e-mail, ao término da publicação completa.</p>
<p><strong>NOTISA: A situação das favelas brasileiras pode ser comparada com o Holocausto, de alguma maneira?</strong></p>
<p>ZYGMUNT BAUMAN – Não, colocar o fenômeno das favelas na mesma categoria do Holocausto faria sua compreensão, assim como sua profilaxia, mais ao invés de menos difícil. Holocausto (de judeus, ciganos, armênios na Turquia, tutsis em Ruanda) foi um meio desenvolvido e aplicado para aniquilar populações inteiras, homens e mulheres, idosos e jovens – grupos considerados ‘vazios’ de usos positivos, quando em interferência com o modelo de ordem social, que se presumia dever ser entranhado e reforçado. As favelas, multiplicadas e vivendo um ‘inchaço’ desde os anos 70 nas grandes cidades do Brasil – passaram de cerca de 60 favelas no Rio de Janeiro em 1940 para um número que se alega ser de 600 hoje – pelo influxo massivo de populações rurais sem terra, expropriadas ou desempregadas (predominantemente do nordeste do país), encontraram sua posição indispensável na totalidade do sistema social vigente, praticam uma série de funções sociais para as quais são, até agora, insubstituíveis, e até onde eu sei, não existem projetos que visem à exterminação de seus habitantes in totum, tampouco há um grupo poderoso o suficiente para compor e sustentar tal desígnio.</p>
<p>Para começar, as favelas servem como ‘lixeira’ para o grande número de indivíduos ‘redundantes’, comprimidos de outras partes do país, onde seus tradicionais modos de vida foram destruídos, que procuraram chances de reconstruir suas vidas nas cidades grandes, mas para os quais os poderes do Estado não possuem provisões sociais para oferecer, ou planos para provê-los no futuro próximo. A notória ‘informalidade’ da vida dentro desses meios, pairando constantemente à beira da ilegalidade, atua “como uma alternativa” para as agências do Estado, que não são hábeis o bastante para assumir a responsabilidade pela sobrevivência dos empobrecidos, exilados e redundantes.Mesmo sem declarar isto abertamente, agências estatais devem estar confortáveis com a capacidade de as populações das favelas de “cuidarem dos assuntos com as próprias mãos” – por exemplo, montar seus barracos com materiais instáveis, encontrados ao acaso ou roubados, na falta de projetos de habitação planejados e construídos por autoridades estaduais ou municipais para acomodá-los. Na verdade, as consequências potencialmente desastrosas da escassez de serviços médicos públicos são ao menos, em pequena parte, mitigadas pela presença de redes informais/ ilegais de patrões e clientes.</p>
<p>O vácuo político-social criado no interior desses meios pela saída em retirada de instituições estaduais ou municipais, sua relutância ou inabilidade de adentrar e (para todos os intentos e propósitos práticos) verdadeira suspensão aí das leis do país, assim como a incapacidade de o Estado de fazê-las obrigatórias, foi prontamente preenchido por poderosos impérios do tráfico de drogas – para os quais as favelas, na condição de que a presente situação se perpetue, se tornaram rapidamente indispensáveis: de fato, principais enclaves no país – uma vasta rede de postos avançados. Esses impérios, fazendo com que o Rio se tornasse um elo crucial na rota da circulação da maconha e da cocaína, têm agora investido na meta de preservar as favelas e seus mecanismos de auto-reprodução. Com tais objetivos em mente, o Comando Vermelho e seus competidores emergentes/alternativos, como, por exemplo, o Terceiro Comando, assumiram, mesmo que de forma deformada, a ‘lei e a ordem’ e as funções de prover serviços sociais, que as agências estatais abandonaram ou falharam em assumir.</p>
<p>É claro que, muitas das funções decisivas para levantar as populações das favelas acima do círculo vicioso de pobreza, exclusão e ‘invalidez’ social, como, por exemplo, a educação – 25% dos moradores jovens das favelas não possuem qualquer instrução, e somente 1% alcançou o nível superior – caíram como baixas colaterais dessa mudança de poder.</p>
<p>Na falta de todo e qualquer constrangimento legal – muito menos um controle estatal efetivo – sobre a atividade dos conglomerados do tráfico de drogas, as favelas se tornaram o palco favorito onde é encenado o ajuste de contas entre grupos concorrentes. Como resultado, a taxa de homicídios (composta de vítimas de conflitos intragangues, clientes não confiáveis e vítimas acidentais) é consideravelmente maior do que nos distritos ‘melhores’, de classe média do Rio, o que constitui a principal circunstância responsável por tornar a favela, nas mentes da classe média, um sinônimo de violência desenfreada, e que reduz ao mínimo tolerável a comunicação entre regiões pobres e afluentes da cidade, não obstante sua proximidade física.</p>
<p>Por último, mas não menos importante, as relações entre policiais e ‘companhias que traficam drogas’ são, na feliz expressão de Bernardo Sorj (ver seu Confronting Inequality in the Information Society, UNESCO: Brazil 2003), “nem guerra nem paz”. Por um lado, como Sorj aponta, “a polícia representa o principal inimigo do tráfico de drogas, assassinando centenas de seus membros e empregados a cada ano”. Por outro, todavia, “a polícia participa dos vastos lucros do comércio das drogas, seja pela venda de armas, libertando traficantes e ‘chefes’ mediante pagamento, ou aceitando subornos para permitir a passagem de cargas”. Esse amor e ódio entre os dois principais ‘agentes do terror’ acrescenta ao estigma a imagem de favelas como teatro de violência genocida; ao mesmo tempo, no entanto, também adiciona a ‘funcionalidade’, verdadeira indispensabilidade, para as favelas na manutenção do atual sistema de poder brasileiro. Permitam-me acrescentar, a polícia brasileira possui um longo histórico de tratamento brutal contra os pobres do país, alcançando tempos distantes, desde bem antes da relativamente nova proliferação das favelas; estas não deram origem à brutalidade – ela foi somente reforçada sobre diferentes fontes e ganhos corruptos. A brutalidade policial é concebida para ser espetacular, não para ser particularmente bem-sucedida em combater crimes e corrupção e sim para convencer a população de seu poder coercitivo potencial e atemorizá-los à obediência silenciosa.</p>
<p>No todo, o registro sangrento e a intensidade da violência que aparenta crescer nas áreas pobres das cidades brasileiras são fatores essencialmente conservadores, calculados para preservar e mesmo ‘entranhar’ a atual estrutura de dominação sóciopolítica (e, sobretudo, a submissão de suas principais vítimas – os redundantes, os excluídos, os pobres e os miseráveis – não para modificar ou remodelar, muito menos para revisar ou superar o presente modelo de sociedade e distribuição de poder, o que foi regra no objetivo de iniciativas como o Holocausto).</p>
<p><strong>NOTISA: A população das áreas das favelas está sendo tratada como ‘o outro’, de acordo com o seu conceito sobre aquele que é estranho, indesejável, estrangeiro etc.?</strong></p>
<p>ZYGMUNT BAUMAN – Sim, os residentes das favelas estão configurados na variação brasileira de um problema muito mais universal da vida urbana: a criação da imagem do ‘outro’ na forma do estranho, ou desconhecido. Não importa o que aconteça com as cidades em sua história, uma característica permanece constante: as cidades são espaços onde estranhos se movem ou permanecem em lugares próximos uns dos outros. Esta presença de estranhos em todos os espaços, constantemente dentro do alcance e da linha de visão, insere uma grande dose de ‘incerteza perpétua’ para todos objetivos dos habitantes; essa presença é uma fonte de ansiedade prolífica e inesgotável, e de uma agressividade que normalmente permanece dormente, mas que de tempos em tempos entra em erupção.</p>
<p>O ‘outro’ também fornece uma saída conveniente –e prática – para o medo inato do desconhecido, do incerto e do imprevisível. Afastando os ‘estranhos’ para longe de nossas casas e ruas, o apavorante fantasma da incerteza é, mesmo que por apenas um momento, exorcizado: o horrível monstro da insegurança é queimado em efígie. Mas, apesar desses exorcismos, nossa moderna vida líquida permanece teimosamente incerta, errante e caprichosa; o alívio tem vida curta, e esperanças ligadas aos mais firmes alicerces são derrubadas assim que surgem.</p>
<p>O ‘estranho’ é, por definição, um agente movido por intenções que podem ser, na melhor das hipóteses, adivinhadas – mas das quais nunca se pode ter certeza. Em todas as equações que compomos quando estamos deliberando o que fazer e como se comportar, o estranho é uma variável desconhecida. O estranho é, afinal, ‘estranho’, um ser bizarro, cujas intenções e reações podem ser radicalmente diferentes daquelas das pessoas ordinárias (comuns, familiares). E então, mesmo quando não se comportam agressivamente ou ressentidos de forma explícita, estranhos provocam desconforto: sua mera presença torna torturante a tarefa que já é desanimadora, de prever efeitos de uma ação e suas chances de sucesso. E mesmo o dividir espaço com estranhos, viver na proximidade de estranhos (que via de regra não são convidados ou bem-vindos), é a condição que os habitantes das cidades sentem como difícil, e mesmo impossível de se esquivar.</p>
<p>Como a proximidade dos desconhecidos é o destino não-negociável dos citadinos, alguns modus vivendi capazes de tornar a coabitação palatável e a vida desfrutável precisam ser desenhados e testados. A maneira pela qual gratificamos essa necessidade é, todavia, uma questão de escolha. E as escolhas nós as fazemos cotidianamente: sejam por ação ou omissão, por projeto ou padrão, por decisão consciente ou apenas por seguir, cega e mecanicamente, os moldes costumeiros; por discussão e deliberação ampla, ou apenas por seguir o confiável, porque é um meio na moda. Abandonar a busca de uma convivência (modus co-vivendi) é uma das decisões possíveis.</p>
<p>Sobre São Paulo, por exemplo – a maior, mais movimentada e rápida das cidades brasileiras em expansão – Teresa Caldeira escreve: “São Paulo é hoje uma cidade de muros. Barreiras físicas foram construídas por toda a parte – ao redor das casas, apartamentos, parques, praças, locais de trabalho e escolas&#8230; Uma nova estética da segurança modela todos os tipos de construções e impõe nova lógica de vigilância e distância&#8230;” Quem pode pagar, compra para si uma residência em um “condomínio”, em sua essência uma ação eremita: fisicamente dentro, mas social e espiritualmente fora da cidade. “Comunidades fechadas têm por objetivo serem mundos à parte. Suas propagandas propõem um ‘modo de vida’ total que deveria representar uma alternativa à qualidade de vida oferecida pela cidade e seu deteriorado espaço público”. Uma característica proeminente do condomínio é seu “isolamento e distância da cidade. Isolamento significa separação daqueles considerados socialmente inferiores” e, como os criadores e agentes do estado insistem, “o fator chave para garantir isso é a segurança. Isso significa cercas e muros circundando o condomínio, guardas em alerta vinte e quatro horas por dia controlando as entradas, e um leque de medidas e serviços para manter os outros do lado de fora”.</p>
<p>Como todos sabemos, cercas possuem dois lados. Cercas dividem o espaço que de outra forma seria contínuo em um “lado de dentro” e um “lado de fora”, mas o que está ‘dentro’ para aqueles que estão em um lado da cerca é o que está ‘fora’ para aqueles do outro lado. Os residentes do condomínio se cercam fora da vida truculenta e difícil da cidade em um oásis de calma e segurança. Pelo mesmo motivo, no entanto, eles cercam todos os outros fora dos locais seguros, decentes e agradáveis e em suas próprias, reconhecidamente esquálidas e miseráveis ruas. A cerca separa o ‘gueto voluntário’ dos ricos e poderosos dos guetos forçados dos pobres e infelizes. Para os indivíduos dentro dos guetos voluntários, os outros guetos são espaços aonde não se deve ir. Para os residentes da contrapartida involuntária, a área na qual estão confinados é uma área da qual não se pode sair.</p>
<p>Paradoxalmente: originalmente construídas para garantir segurança para todos seus habitantes, as cidades são hoje em dia mais associadas com o perigo do que com a segurança. Como Nan Elin posiciona: o “fator medo com certeza cresceu, como pode ser indicado pelo aumento no número de sistemas de trancas de portas de carros e casas, pela popularidade das comunidades ‘muradas’ e ‘seguras’ para todos os grupos etários e de renda e pela crescente vigilância de espaços públicos, para não mencionar os relatos de perigo emitidos insistentemente pela mídia de massa”.</p>
<p>Ameaças genuínas e presumidas para o corpo e para a propriedade individual estão se tornando considerações maiores sempre que méritos ou desvantagens de um espaço são contemplados. Ameaças também foram apontadas como a preocupação no topo das políticas imobiliárias. Incerteza do futuro, a fragilidade da posição social e a insegurança existencial, esses acompanhantes onipresentes da vida no mundo ‘líquido-moderno’, estão notoriamente enraizadas em locais remotos, ainda assim, as paixões por eles geradas tendem a ser focadas nos alvos mais próximos e canalizadas nas preocupações com a segurança individual: o tipo de preocupações que são condensadas em ímpetos segregacionistas / exclusionistas, levando inexoravelmente a guerras de espaço urbano.</p>
<p>Como nós podemos aprender do estudo perceptivo do jovem crítico de arquitetura e urbanística americano, Steven Flusty, dar os meios necessários para essa guerra, e, particularmente, desenhar as maneiras para negar aos adversários o acesso ao espaço reivindicado são os fins mais salientes da inovação da arquitetura e do desenvolvimento urbano nas cidades norte-americanas.</p>
<p>As novidades mais orgulhosamente anunciadas são os ‘espaços interditivos’ – “projetados para interceptar, repelir ou filtrar possíveis usuários”. Explicitamente, o propósito dos ‘espaços interditivos’ é dividir, segregar e excluir – não construir pontes, facilitar acessos e locais de encontro hospitaleiros; não facilitar, mas sim romper a comunicação e separar, não unir pessoas.</p>
<p>As invenções arquitetônicas / urbanísticas listadas e nomeadas por Flusty são os equivalentes aprimorados das torres, fossos e ameias das paredes das cidades; com apenas a ressalva de que ao invés de defender a cidade e seus habitantes contra os inimigos de fora, são construídas para manter os residentes da cidade do lado de fora. Entre as invenções citadas por Flusty, está o “espaço escorregadio” – “um área que não pode ser alcançada, porque seu acesso é contorcido, prolongado ou porque faltam caminhos para a abordagem”, o “espaço espinhoso” – “um espaço que não pode ser confortavelmente ocupado, defendido por detalhes como chuveiros automáticos para extinção de incêndios montados em paredes, para expulsar vadios, ou bordas inclinadas para impedir que pessoas se sentem”; e “espaços agitados” &#8211; “áreas que não podem ser utilizadas sem vigilância devido ao controle ativo de patrulhas móveis e / ou tecnologias remotas ligadas a estações de segurança”. Todas essas inovações e outras como elas têm somente um propósito: cortar enclaves extraterritoriais, erigir pequenas fortalezas nas quais os membros da elite supra-territorial global podem aprumar, cultivar e apreciar sua independência física e seu isolamento espiritual da localidade. Os ‘aprimoramentos’ descritos por Steven Flusty são manifestações high-tech da constante mixofobia (receio de estar na presença física de descoonhecidos), uma das reações mais comuns à incompreensível, arrepiante e enlouquecedora variação de tipos e estilos de vida humanos que esbarram em seus ombros nas ruas das cidades contemporâneas e em seus ‘ordinários’ (leia-se: não protegidos por ‘espaços interditivos’) bairros. Descarregar anseios segregacionistas pode aliviar a tensão crescente. Diferenças confusas e desconcertantes podem ser inexpugnáveis e irascíveis, mas talvez a toxina possa ser removida de suas feridas atribuindo a cada forma de vida seu espaço físico separado, isolado, bem demarcado e devidamente guardado&#8230; Talvez cada um possa garantir a segurança de si mesmo, de seus amigos e parentes e outras pessoas ‘parecidas consigo mesmo’, em um território livre da mixórdia e da sujeira que irremediavelmente envenenam as áreas urbanas&#8230;</p>
<p>A mixofobia se manifesta em uma pulsão em direção a ilhas de similaridade e mesmice entre o mar de variedade e diferenças. As razões para a mixofobia são banais – fáceis de compreender, se não necessariamente fáceis de esquecer. Como Richard Sennett sugere, “o sentimento de ‘nós’, que expressa o desejo de ser similar, é uma maneira que os homens encontram de evitar a necessidade de olhar mais profundamente para dentro de cada um”. Esse sentimento promete algum conforto espiritual: a perspectiva de tornar a convivência mais fácil, fazendo redundantes os esforços para entender, negociar e se comprometer. “O desejo de evitar a participação de fato é inato ao processo de formar uma imagem coerente da comunidade. Sentir laços comuns sem experiências comuns ocorre primeiramente porque os homens têm medo de participação, têm medo dos perigos e desafios dela, têm medo da dor que ela provoca”. O impulso em direção à ‘comunidade da similaridade’ é um sinal do retrocesso não somente da alteridade externa, mas também do compromisso vívido ainda que turbulento, engajado ainda que incômodo que existe no lado de dentro.</p>
<p>Escolher a opção de fuga solicitada pela mixofobia tem uma consequência insidiosa e deletéria própria: quanto mais auto-perpetuante e auto-afirmada for a estratégia, mais é inefetiva. Quanto mais tempo se gasta na companhia de outros ‘como si mesmo’, com os quais é possível ‘socializar’ superficialmente e, evidentemente, sem riscos de incompreensão, e sem a onerosa necessidade de orbitar entre universos de significado distintos – mais os indivíduos que levam a cabo tais práticas tendem a ‘desaprender’ a arte de negociar significados e modus co-vivendi. Conforme falham em aprender ou esquecem as perícias necessárias para viver com as diferenças, ou simplesmente negligenciam a possibilidade de adquiri-las – eles veem com apreensão crescente a perspectiva de confrontar os estranhos cara-a-cara. Os estranhos parecem ainda mais assustadores conforme se tornam ‘alienígenas’, pouco familiares e incompreensíveis e quando a comunicação mútua que poderia finalmente assimilar a ‘estranheza’ para a sua própria vida-mundo desaparece ou nunca surge, em primeiro lugar. O ímpeto para um ambiente homogêneo e territorialmente isolado pode ser engatilhado pela mixofobia; mas, praticar a separação territorial é o cinto de segurança e a fonte de alimento dela.</p>
<p>Uma vasta maioria de pesquisadores concorda que o principal motivo que leva pessoas a se trancarem dentro das paredes e circuitos fechados de televisão de uma ‘comunidade murada’ é –consciente ou inconscientemente, de forma explícita ou tácita – seu desejo de manter a ‘fera longe de casa’, o que pode ser traduzido como manter os estranhos à distância&#8230; Estranhos são ‘riscos’, portanto cada desconhecido é um arauto do perigo. Ou pelo menos é nisso que aquelas pessoas acreditam. E o que elas desejam mais do que qualquer outra coisa é estar a salvo do perigo, mais precisamente, estar seguras do angustiante, assustador e incapacitante medo da insegurança. Elas esperam que as paredes os protejam do medo.</p>
<p>O revés, todavia, é que há mais de uma razão para se sentir inseguro. Sejam críveis ou fantasiosos, os rumores sobre os números crescentes de crimes e de assaltantes ou predadores sexuais preparando emboscadas e esperando por uma ocasião para atacar se traduzem em apenas uma dessas razões. Afinal de contas, nos sentimos inseguros porque nossos empregos, e por consequencia por nossos salários, posições sociais e dignidade, estão sob ameaça. Nós não estamos seguros contra a ameaça de sermos tornados ‘redundantes’, excluídos e despejados, perdendo a posição que amamos e acreditamos ter herdado, e que seria nossa para sempre. Tampouco as parcerias que gozamos estão infalíveis e seguras: podemos sentir tremores subterrâneos e esperar terremotos. A familiar vizinhança pode sofrer a ameaça de ser derrubada para dar lugar a novos empreendimentos. Em geral, seria evidentemente tolo acreditar que todas essas ansiedades bem ou mal-fundadas poderiam ser armazenadas e postas em animação suspensa uma vez que nos cercássemos com paredes, guardas armados e câmeras de tv.</p>
<p>Mas o que dizer sobre aquela (aparentemente razoável) primeira razão para optar por uma ‘comunidade murada’ – distante dos medos de abordagens físicas, violência, assaltos, roubos de carro e mendigos importunos? Não vamos ao menos dar atenção a esse tipo de medo? Infelizmente, mesmo nesse front, os ganhos dificilmente justificam as perdas. Como é indicado pela maioria dos observadores atentos da vida urbana contemporânea, as probabilidades de ser assaltado ou roubado podem cair uma vez que se está atrás dos muros, – a persistência do medo, no entanto, não (mesmo assim, pesquisas conduzidas recentemente na Califórnia, talvez a maior guarnição da obsessão por ‘comunidades muradas’, não encontraram nenhuma diferença entre os espaços murados e não-murados). Anna Minton, a autora de um estudo aprofundado intitulado ‘Ground Control: Fear and Hapiness in the Twenty-First-Century City’, conta o caso de Mônica, uma mulher que “gasta a noite inteira acordada e muito mais assustada do que jamais esteve em 20 anos vivendo em ruas comuns” quando “uma noite, os portões eletronicamente controlados não funcionaram e tiveram de ser abertos de forma convencional”. Atrás de muros, a ansiedade cresce, ao invés de se dissipar – e o mesmo se passa com a dependência do estado mental dos residentes nos ‘novos e avançados’ dispositivos de alta tecnologia, comercializados na promessa de manter riscos, medos e perigos fora de jogo. Quanto mais um indivíduo se cerca com esses dispositivos, maior é o medo que algum deles ‘pare de funcionar’. E quanto mais esse alguém se preocupa com a ameaça espreitando em cada estranho, mais a “tolerância e apreciação pelo inesperado retrocede”, e menos esse alguém é capaz de confrontar, manusear, gozar e apreciar a vivência, variedade e vigor da vida urbana. Se trancar em uma comunidade murada para afastar os receios, é como retirar a água da piscina para ter certeza de que as crianças vão aprender a nadar em total segurança.</p>
<p><strong>NOTISA – A parcela de nossa população que “não se importa” com o que ocorre dentro das favelas pode estar contribuindo, mesmo que inconscientemente, para uma forma de democídio (assassinato perpetrado pelo Estado contra pessoas em geral)?</strong></p>
<p>ZYGMUNT BAUMAN – A capitulação tipicamente brasileira da separação espiritual entre estranhos, o preconceito mútuo, a desconfiança e a inimizade é o “medo do ‘morro” e o “desdém por aqueles aqui de baixo” – os “residentes do asfalto”.</p>
<p>Oscar Newman, um urbanista e arquiteto americano, sugeriu, em 1972, em um artigo com um título auto-explicativo – Espaço defensável, pessoas e design na cidade violenta – que o remédio preventivo contra o medo da violência urbana é a demarcação clara de limites – uma ação que desencorajaria ações invasivas de estranhos. A cidade é violenta e repleta de perigos porque – assim dizem Newman e seus apóstolos – está cheia de estranhos. Quer evitar infortúnios? – diz Newman: mantenha os estranhos a uma distância segura. Torne seu espaço compacto, brilhantemente iluminado, fácil de ser observado, possível de ser visto “através de” e seus medos irão desaparecer, você saboreará, finalmente, o maravilhoso gosto da segurança&#8230;</p>
<p>Como a experiência demonstrou, no entanto, os esforços para tornar espaços “defensíveis” levaram a aumentos agudos em preocupações com segurança. Arautos e sintomas da segurança “sendo um problema” continuam nos lembrando de nossas inseguranças&#8230; Como Ana Minton argumentou em seu estudo recente: “O paradoxo da segurança é que, quanto melhor funciona, menos deveria ser necessária. Ainda assim, ao invés disso, a necessidade de segurança pode ser tornar viciante&#8230;” De proteção e segurança nunca há o bastante; uma vez que se começa a desenhar e fortificar fronteiras, não há retorno. O principal beneficiário é nosso medo: ele prospera e se torna exuberante, alimentando-se de nossos esforços por desenhar e armar fronteiras.</p>
<p>Em uma das mais afiadas oposições imagináveis à opinião de Newman estão as recomendações postas no papel por Jane Jacobs: é precisamente na multidão das ruas da cidade e na profusão de estranhos ao redor que encontramos socorro e nos libertamos do medo que exala a cidade, aquele “grande desconhecido”.  A palavra que define esse elo, diz ela, é confiança. A confiança na reconfortante segurança das ruas da cidade é destilada da multiplicidade de encontros e contatos rápidos nas calçadas&#8230; O sedimento e traço duradouro de contatos públicos casuais é um tecido de malhas de união-em-público compostas por respeito e confiança civis. A falta de confiança é um desastre para uma rua de cidade – conclui Jacobs.</p>
<p>Há a falta de comunicação e de laços que compartilham vidas na ausência de confiança; e a falta de confiança leva à indiferença moral – despreocupada com o que acontece com ‘eles’, os que estão ‘lá fora’, não importa o quão atroz e repelente possa soar, se aplicado a ‘nós’ ou a ‘pessoas como nós’. A premonição de Jacobs pode assim se comprovar certa, se nada for feito para impedi-la&#8230;</p>
<p>Mas algo está sendo feito, mesmo se o que foi feito até agora ainda não seja o bastante para cortar o nó górdio firmemente amarrado durante décadas, se não séculos. Veja por exemplo o Viva Rio, a maravilhosa iniciativa de resistência à violência, com a introdução de escolas em distritos anteriormente privados de instituições educacionais, incentivando trocas humanas entre “favela e asfalto”, empréstimos de baixos interesses, para encorajar pequenos negócios dentro das favelas etc., objetivos levados bravamente e com sucessos que não podem ser considerados insignificantes, alguns anos atrás, por Rubem César Fernandes&#8230; Ou sua extensão lógica, o Viva Favela, com a intenção explícita (para citar Sorj uma vez mais) “de mudar a maneira como a mídia retrata as favelas, para criar novas histórias que não se concentram simplesmente no assunto da violência, mas mostrar a plena realidade da vida nas favelas – sua riqueza humana e cultural e os esforços da maioria de seus habitantes para levarem uma vida com dignidade”. Pequenos passos, talvez, que não sopram forte o bastante para quebrar a armadura do ressentimento mútuo e a indiferença moral lançada e reforçada por anos entre os moradores “do morro” e “do asfalto” do Rio de Janeiro – mas mesmo assim um início. A escolha é, afinal, entre erigir paredes de pedra e aço, ou desmantelar as cercas espirituais. E por favor, tomemos nota de que cada uma das duas escolhas opostas, uma vez tomadas, tendem a desenvolver capacidades autopropulsoras e “auto-intensificantes”.</p>
<p>(Bibliografia utilizada pelo entrevistado, mantida no formato original)</p>
<p>Teresa Caldeira, ‘Fortified Enclaves: The new Urban Segregation’, in Public Culture 1996, pp.303-28.  29</p>
<p>Nan Elin, ‘Shelter from the Storm, or Form Follows Fear and Vice Versa’, in: Nan Elin (ed.), Architecture of Fear, Princeton Architectural Press 1997, pp.13, 26.  30</p>
<p>Steven Flusty, ‘Building Paranoia’, in: Architecture of Fear,pp.48-52.  31</p>
<p>Richard Sennett, The Uses of Disorder: Personal Identity and City Life, Faber &amp; Faber 1996, p. 39, 42.</p>
<p>Anna Minton, Ground Control: Fear and Happiness in the twenty-first-century City, Penguin 2009, p.171</p>
<p>Jane Jacobs, The Death and Life of Great American Citie, Random House 1961</p>
<p>Artur Domosławski, Swiat Książki, Gorączka Latynoamerykańska (Latin-American Fever), Warszawa 2004.</p>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Pacotão de leituras recentes sobre o campo brasileiro</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 14:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[campo]]></category>
		<category><![CDATA[criminalização dos movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma agrária]]></category>

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		<description><![CDATA[Por conta de uma série de afazeres, levei mais de uma semana compondo o que vai abaixo. Neste período, uma série de acontecimentos e desdobramentos ocorreram. Mantive as indicações mais ou menos em sequência cronológica.
*  *  *
Enquanto o Governo Federal, apesar das declarações de semanas atrás do presidente, não edita a portaria revisando os índices [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2392&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Por conta de uma série de afazeres, levei mais de uma semana compondo o que vai abaixo. Neste período, uma série de acontecimentos e desdobramentos ocorreram. Mantive as indicações mais ou menos em sequência cronológica.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 275px"><a title="Foto: Camila Bonassa" rel="http://www.mst.org.br/node/7551" href="http://www.mst.org.br/node/7551" target="_blank"><img class="     " src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/images/6595_06.jpg" alt="" width="265" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, abril de 2009. Foto: Camila Bonassa. Disponível em: http://www.mst.org.br/node/7551</p></div>
<p>Enquanto o Governo Federal, apesar das declarações de semanas atrás do presidente, não edita a portaria revisando os índices de produtividade utilizados pelo INCRA &#8211;  datam de 1975! &#8211; e a bancada ruralista esperneia, a Justiça segue fazendo sua parte na luta contra a reforma agrária e o cumprimento da Constituição Federal. Desta vez, em Minas Gerais, <a href="http://marcelofreixo.com.br/site/?page=noticias&amp;id=1768&amp;sectionid=12&amp;catid=24" target="_blank">condenou dirigentes do Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL)</a>.</p>
<p>Já no interior paulista, <a href="http://marcelofreixo.com.br/site/?page=noticias&amp;id=1771&amp;sectionid=12&amp;catid=24" target="_blank">uma empresa produtora de suco de laranja invade e planta em terras públicas, polui o meio-ambiente e, denunciada e combatida pelo MST, vai ao Judiciário pedir reintegração de posse</a> (seria mais adequado falar de reintegração do produto de roubo&#8230;). Adivinha o que a Justiça decidirá?</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 464px"><a rel="http://www.mst.org.br/node/7549" href="http://www.mst.org.br/node/7549" target="_blank"><img src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/images/6595_04.jpg" alt="" width="454" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">http://www.mst.org.br/node/7549</p></div>
<p style="text-align:center;">Na <em>Caros Amigos </em>de agosto, João Pedro Stedile apresenta o panorama atual:</p>
<p>&#8220;Estamos em 2009, a um ano do final do governo. Temos 90 mil famílias acampadas, apenas do MST, e o pior, a maioria delas estão debaixo das lonas há 6 anos. Temos Estados em que foram assentadas menos de mil famílias, em seis anos! Até hoje não foi assinada a portaria que atualiza os índices de produtividade. Nos assentamentos, avançou-se no programa de luz para todos, e se construíram algumas moradias. Mas o programa de moradia está parado, com poucos recursos: destina apenas 12 mil reais por casa! A assistência técnica é uma vergonha, pois foi terceirizada, e em cada região e Estado, cada um faz de um jeito, quando os convênios não são embargados pelo TCU.&#8221;</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Duas entrevistas elucidadoras a respeito do campo brasileiro e do Governo Lula: <a href="http://www.programafaixalivre.org.br/?id=618" target="_blank">Roberto Malvezzi (CPT) e Marina Santos (MST)</a> conversam com Paulo Passarinho no Programa Faixa Livre.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Além de ouvir Marina Santos, vale ler Maurício Caleiro, num dos melhores artigos que li em semanas, sobre as razões para se odiar tanto o MST. Um pedaço:</p>
<p>&#8220;<a href="http://cinemaeoutrasartes.blogspot.com/2009/10/mst-e-laranjas.html" target="_blank">Quantos de nós já se perguntaram como é viver sob lonas e gravetos – em condições piores do que nas piores favelas -, à beira das estradas, em lugares ermos e remotos, sujeito a ataques noturnos repentinos dos tanto que os detestam? Quantos já permaneceram num acampamento do MST por mais do que um dia, observando o que comem (e, sobretudo, o que deixam de comer), o que lhes falta, como são suas condições de vida?</a></p>
<p><a href="http://cinemaeoutrasartes.blogspot.com/2009/10/mst-e-laranjas.html" target="_blank">Poucos, muito poucos, não é mesmo? Até porque nem a sobrancelha erótica do Bonner nem o olhar-chicote da Fátima jamais se interessaram pelo desespero das mães procurando, aos gritos, pelos filhos enquanto o acampamento arde em fogo às 3 da madrugada, nem pelas crianças de 3,4 anos que amanhecem coberta de hematomas dos chutes desferidos pelos jagunços invasores, ao lado do corpo de seus pais, assassinados covardemente pelas costas e cujo sangue avermelha o rio.</a>&#8220;</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>No plenário da Câmara dos Deputados, Ivan Valente (PSOL/SP) falou e disse sobre a insistência da bancada ruralista em criar nova CPI para investigar o MST: &#8220;<a href="http://ivanvalente.com.br/CN02/noticias/nots_07_det.asp?id=2387" target="_blank">Aqui queremos dizer claramente: somos radicalmente contrários a este tipo de CPI, porque o que ela visa é criminalizar o movimento social (&#8230;)</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Quer se solidarizar com o MST? <a href="http://www.chicoalencar.com.br/chico2004/chamadas/2009/mst22102009.htm" target="_blank">Leia e assine o manifesto</a>.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Lembrei da cobertura mentirosa do episódio da Cutrale feita pela mídia gorda ao ler esta resposta de Virgínia Fontes, em entrevista na <em>Caros Amigos</em> de setembro (mas a resposta vai muito além disso, claro):</p>
<p>&#8220;Lucia Rodrigues &#8211; O professor Paulo Arantes acha que nós caminhamos para a fascistização. Como vê essa consideração?</p>
<p>Virgínia Fontes &#8211; Essa fascistização está presente, ela está latente, se isso se desdobra para uma fascistização, e se a gente tem condições de lutar contra isso, é outro cenário. Você pega a televisão brasileira, é uma televisão que o tempo todo atua criminalizando setores populares de maneira absolutamente falsificada. É uma falsificação brutal do que vem a ser as lutas populares, tanto no caso das mulheres, do racismo, quanto no caso dos sindicatos e do conjunto de luta de classes. Essa falsificação abre espaço para um protofascismo que vai se expressando, aglomerando, amalgamando coisas contraditórias e fazendo uma espécie de defesa de todos, a partir do esmagamento de qualquer contestação. Isso é latente, não só no Brasil, está latente-larvar nos Estados Unidos e na Europa. O risco de fascismo é um risco presente.&#8221;</p>
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		<title>Uma música</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 13:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sábado. Poucas horas de sono. Acordei de bom humor. Sol. Botei essa pra tocar e fui tomar um bom banho frio pra acordar e começar o dia.
The Verve, &#8220;Bitter Sweet Symphony&#8221;.

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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Sábado. Poucas horas de sono. Acordei de bom humor. Sol. Botei essa pra tocar e fui tomar um bom banho frio pra acordar e começar o dia.</p>
<p>The Verve, &#8220;Bitter Sweet Symphony&#8221;.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/24/uma-musica-8/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Zx3m4e45bTo/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>Nueva Ley de Medios</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/21/nueva-ley-de-medios/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Democratização da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[Acima, pichação que faz parte de uma ampla campanha dos movimentos sociais em apoio à Nueva Ley de Medios. Proposta pelo governo de Cristina Kirchner, prevê uma série de avanços importantíssimos rumo à democratização da comunicação.
Não por acaso, a mídia gorda e a direita argentinas estão arrancando as calças pela cabeça. Atacam o governo de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2439&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_2457" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2009/10/2009-buenos-aires-set-out-007.jpg"><img class="size-full wp-image-2457" title="2009 Buenos Aires set-out 007" src="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2009/10/2009-buenos-aires-set-out-007.jpg?w=450&#038;h=337" alt="2009 Buenos Aires set-out 007" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Más voces, más democracia&quot; Buenos Aires, outubro de 2009. Foto: Rafael Fortes</p></div>
<p>Acima, pichação que faz parte de uma ampla campanha dos movimentos sociais em apoio à Nueva Ley de Medios. Proposta pelo governo de Cristina Kirchner, prevê uma série de avanços importantíssimos rumo à democratização da comunicação.</p>
<p>Não por acaso, a mídia gorda e a direita argentinas estão arrancando as calças pela cabeça. Atacam o governo de todas as formas que podem, frequentemente batendo abaixo da linha da cintura. E, claro, contam com o apoio sistemático de seus pares em outros países, como o Brasil.</p>
<p>Sobre o tema, recomendo <a href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=17981" target="_blank">ouvir a entrevista</a> de <a href="http://comcult.blogspot.com/" target="_blank">Dênis de Moraes</a> a <a href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/" target="_blank">Paulo Henrique Amorim</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2439/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2439&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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			<media:title type="html">2009 Buenos Aires set-out 007</media:title>
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		<title>Rapidinhas</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/20/rapidinhas-11/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 12:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Os jogos olímpicos vão reprecificar o Rio&#8220;, de Léo Lince, mostra que a bandalheira já está comendo solta. A cidade está à venda. Tal qual na privataria do Governo FHC, quem compra muitas vezes sequer precisa tocar o próprio bolso: o dinheiro sairá do erário público, via obras, financiamentos, mamãe-BNDES.
*  *  *
Meu camarada e figuraça [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2374&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#8220;<a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/3863/9/" target="_blank">Os jogos olímpicos vão reprecificar o Rio</a>&#8220;, de Léo Lince, mostra que a bandalheira já está comendo solta. A cidade está à venda. Tal qual na privataria do Governo FHC, quem compra muitas vezes sequer precisa tocar o próprio bolso: o dinheiro sairá do erário público, via obras, financiamentos, mamãe-BNDES.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Meu camarada e figuraça <a href="http://ofabro.blogspot.com/" target="_blank">Fabro Steibel</a> foi a uma feira numa base da força aérea dos EUA. Diz ele: &#8220;<a href="http://ofabro.blogspot.com/2009/10/gi-joe-comandos-em-achao.html" target="_blank">Vi criança fazendo fila para brincar de colocar a bazuca nas costas, e outra fila de crianças para brincar de metralhadora AR-15 (sem cartucho musical). Vi armas e armas e armas, de verdade, de mentira, e nas camisetas.</a>&#8221; Um horror, o troço. Fotos <a href="http://ofabro.blogspot.com/2009/10/gi-joe-2.html" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://ofabro.blogspot.com/2009/10/gi-joe-comandos-em-achao.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2374/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2374&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Pra começar a semana&#8230;</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/19/pra-comecar-a-semana/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 18:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Democratização da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídia gorda]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; leituras recentes que me fizeram pensar.
&#8220;É preciso reconceituar o jornalismo&#8220;, de Marcelo Salles. Um trecho:
&#8220;Existem outros exemplos para além da questão da favela. É o caso dos venenos produzidos pelas Monsantos da vida, que nunca são denunciados pelas corporações de mídia. Ou da retomada dos movimentos de libertação na América Latina, vistos como “ditatoriais”; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2449&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#8230; leituras recentes que me fizeram pensar.</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.fazendomedia.com/?p=1030" target="_blank">É preciso reconceituar o jornalismo</a>&#8220;, de Marcelo Salles. Um trecho:</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.fazendomedia.com/?p=1030" target="_blank">Existem outros exemplos para além da questão da favela. É o caso dos venenos produzidos pelas Monsantos da vida, que nunca são denunciados pelas corporações de mídia. Ou da retomada dos movimentos de libertação na América Latina, vistos como “ditatoriais”; a perseguição aos movimentos sociais e aos trabalhadores em geral; a eterna criminalização da política, de modo a manter as instituições públicas apequenadas frente ao poder privado. Enfim, você pode olhar sob qualquer ponto de vista que não vai enxergar Jornalismo.</a>&#8220;</p>
<p>E a continuação: <a href="http://www.fazendomedia.com/?p=1053" target="_blank">parte 2</a>.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Maurício Caleiro e o terceiro texto da série &#8220;<a href="http://cinemaeoutrasartes.blogspot.com/2009/09/repensando-universidade-brasileira-3a.html" target="_blank">Repensando a universidade brasileira</a>&#8220;.</p>
<p>*  *  *</p>
<p>Ouvindo Fuco-Fuco, programa do DJ Lencinho na <a href="http://www.radiogruta.com/" target="_blank">Rádio Gruta</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2449/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2449&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Algumas da mídia gorda</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/17/algumas-da-midia-gorda/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/17/algumas-da-midia-gorda/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 13:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Democratização da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídia gorda]]></category>
		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Abril]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Editora &#8220;Abril tenta sufocar Luis Nassif&#8220;, jornalista que corajosamente escreveu uma história da revista Veja.
*  *  *
Em &#8220;Uma barriga monumental&#8220;, Luiz Antonio Magalhães relembra uma inacreditável mentira (ou, na melhor das hipóteses, exercício de futurologia irresponsável, o que tampouco tem a ver com jornalistmo) publicada pela &#8220;ditabranda&#8221; Folha de S. Paulo, à qual muitos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2433&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2009/10/nassif_abril_blog.jpg"><img class="alignleft" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" title="nassif_Abril_blog" src="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2009/10/nassif_abril_blog.jpg?w=200&#038;h=200" alt="nassif_Abril_blog" width="200" height="200" /></a></p>
<p>A Editora &#8220;<a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16194&amp;boletim_id=602&amp;componente_id=10114" target="_blank">Abril tenta sufocar Luis Nassif</a>&#8220;, <a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/" target="_blank">jornalista</a> que corajosamente escreveu <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/" target="_blank">uma história da revista <em>Veja</em></a>.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Em &#8220;<a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/3793/49/" target="_blank">Uma barriga monumental</a>&#8220;, Luiz Antonio Magalhães relembra uma inacreditável mentira (ou, na melhor das hipóteses, exercício de futurologia irresponsável, o que tampouco tem a ver com jornalistmo) publicada pela &#8220;ditabranda&#8221; <em>Folha de S. Paulo</em>, à qual muitos têm se referido como <em>Falha de S. Paulo</em>.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Enquanto isso, as Organizações Globo dão sua contribuição para a crise, demitindo trabalhadores e superexplorando os que restam. O alvo da vez é o jornal <em>Extra</em>, cujo projeto de criação já incluía a parasitação de <em>O Globo</em>. O assunto, claro,  não será notícia no veículo parasitado<em> </em>- que, a julgar pela manchetes principais, essa semana tirou férias de sua função de <em>house organ</em> da Casa Branca e se assumiu <em>house organ</em> da atual direção da Companhia Vale do Rio Doce &#8211;  nem na mídia gorda. Quem informa é <a href="http://www.fazendomedia.com/?cat=17" target="_blank">Marcelo Salles</a>:</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.fazendomedia.com/?p=1119" target="_blank">Amigos avisam que o jornal Extra, das Organizações Globo, está demitindo. Pior: os repórteres agora têm sido obrigados a fotografar e filmar, além de escrever. É o conceito Globo de “multimídia”: multiescravo. Mas ainda piora: as pautas estão ficando cada vez mais superficiais e o que sobrava de Jornalismo vem sendo bombardeado; nada de ter mais que um dia para apurar, pesquisar e escrever.</a></p>
<p><a href="http://www.fazendomedia.com/?p=1119" target="_blank">É uma pena, porque apesar dos pesares, o Extra ainda destoava do resto do que se pretende imprensa das OG. De um lado, muitos jornalistas experientes no olho da rua, sem emprego, por não se encaixarem no novo “perfil” do jornal.</a></p>
<p><a href="http://www.fazendomedia.com/?p=1119" target="_blank">Perdem os trabalhadores da notícia, perdem os leitores, perde a sociedade como um todo. Ganham os donos da Globo, a lógica empresarial, o capitalismo selvagem.</a>&#8220;</p>
<p>Gostaria de saber o que têm a dizer os órgãos de classe dos jornalistas e os pesquisadores que adoram celebrar as virtudes da convergência midiática, do jornalismo cidadão etc.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2433/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2433&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">nassif_Abril_blog</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Uma ótima notícia</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/16/uma-otima-noticia/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/16/uma-otima-noticia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 23:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caros Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmil Vladimir Herzog]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Merlino]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pipoca na caixa postal mensagem de Marcelo Salles, que reproduzo abaixo. Sou leitor da Caros Amigos desde sua primeira edição, em abril de 1997. Ou seja, ela me acompanha praticamente desde o início da faculdade de Comunicação, que comecei um mês antes. Lembro, indo de ônibus para a aula, vi um cartaz numa banca de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2438&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://carosamigos.terra.com.br/_img/logoCarosAmigos.gif" alt="" width="343" height="100" /></p>
<p>Pipoca na caixa postal mensagem de Marcelo Salles, que reproduzo abaixo. Sou leitor da <em>Caros Amigos</em> desde sua primeira edição, em abril de 1997. Ou seja, ela me acompanha praticamente desde o início da faculdade de Comunicação, que comecei um mês antes. Lembro, indo de ônibus para a aula, vi um cartaz numa banca de jornais anunciando a revista, com Juca Kfouri como entrevistado na capa. Comprei. Li inteira. Adorei. Continuo comprando (sou assinante há anos) e lendo até hoje. Não só tenho como li todas as edições, de cabo a rabo.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>&#8220;Escrevo para dar a estupenda notícia de que a Caros Amigos foi a grande  vencedora do premio Vladmir Herzog 2009, na categoria REVISTA. O júri escolheu,  por unanimidade, a reportagem &#8220;Por que a justiça não pune os ricos&#8221;, de Tatiana  Merlino. As revistas Época e Na Mão Certa receberam menção honrosa.</p>
<p>Ao  escolher a reportagem da Tatiana, o júri não apenas homenageia uma pessoa e uma  revista. A vitória da Caros Amigos é o reconhecimento do Jornalismo com J  maiúsculo. É o reconhecimento da importância de levar até os leitores temas  relevantes, dizendo o que é preciso ser dito, sem meias palavras, sem  auto-censura ou censura político-econômica. É descobrir um assunto que merece  ser publicado e publicá-lo, com profundidade, esmero e o foco sempre no  interesse público.</p>
<p>Por fim, vale a pena lembrar o juramento do jornalista  profissional, verdadeira declaração de amor: &#8220;A Comunicação é uma missão  social. Por isto, juro respeitar o público, combatendo todas as formas de  preconceito e discriminação, valorizando os seres humanos em sua singularidade e  na luta por sua dignidade&#8221;.</p>
<p>A lista com todos os premiados do Herzog 2009  está em http://vladoherzog.blogspot.com .&#8221;</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2438/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2438/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2438/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2438/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2438/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2438/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2438/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2438/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2438/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2438/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2438&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://carosamigos.terra.com.br/_img/logoCarosAmigos.gif" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Sobre &#8220;Meu inimigo sou eu&#8221;</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/16/sobre-meu-inimigo-sou-eu/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/16/sobre-meu-inimigo-sou-eu/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 20:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[livro-reportagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rafaelfortes.wordpress.com/?p=2428</guid>
		<description><![CDATA[Outro dia publiquei um trechinho do livro Meu inimigo sou eu, de Yoram Binur. Fiquei de voltar a ele.
Discordo do disfarce (e de se ocultar/mentir a identidade e a atuação profissional) como método de trabalho jornalístico, mas admito que, em certos casos, provê boas informações e bons relatos. O ocultamento/mentira sobre a identidade é um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2428&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignright" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" src="http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/173739_784.jpg" alt="" width="216" height="300" />Outro dia publiquei <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/09/24/um-trechinho-de-meu-inimigo-sou-eu/" target="_blank">um trechinho</a> do livro <em>Meu inimigo sou eu</em>, de Yoram Binur. Fiquei de voltar a ele.</p>
<p>Discordo do disfarce (e de se ocultar/mentir a identidade e a atuação profissional) como método de trabalho jornalístico, mas admito que, em certos casos, provê boas informações e bons relatos. O ocultamento/mentira sobre a identidade é um tema pouco discutido nos espaços de comunicação social a partir de parâmetros legais. (Comentei um exemplo de discussão séria sobre o assunto <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/05/13/infiltracao-policia-e-jornalismo-a-distancia-entre-um-certo-jornalismo-e-o-cumprimento-da-lei/" target="_blank">aqui</a>.) Esta crítica inclui a universidade: quando se trata do assunto nos cursos de Comunicação, muitas vezes a discussão se dá a partir das opiniões e achismos do professor, o qual opina a partir de sua &#8220;experiência&#8221; como repórter &#8211; e ponto.</p>
<p>A seguir, outros dois trechos deste livro &#8211; muito interessante e nada maniqueísta -, cuja leitura recomendo a quem se interessa pelo conflito Palestina-Israel.</p>
<p>&#8220;Meus atos não eram de modo algum exceção. Os suspeitos que eram trazidos à delegacia de polícia para serem interrogados eram obrigados a aguardar de pé entre um dos prédios e o muro que os cercava. Dois policiais corpulentos passeavam pela passagem estreita golpeando-os com os punhos e com fios de arame. Um pouco antes de chegarmos em Ramallah, policiais de fronteira, que, ao contrário do exército, ficam permanentemente lotados nas cidades da Cisjordânia e em Gaza, tinham matado um manifestante a golpes de cassetete.&#8221;</p>
<p>Esta passagem é parte do capítulo em que o jornalista israelense descreve seu período de serviço militar obrigatório. Os <em>atos</em> a que se refere includem torturas, espancamentos, agressões, ameaças e vandalismo.</p>
<p>&#8220;Embora os políticos israelenses freqüentemente o neguem, o fato é que quantias consideráveis de dinheiro do governo continuam a ser gastas em estabelecer e manter colônias judaicas na Cisjordânia, em detrimento de outros objetivos nacionais.&#8221;</p>
<p>Por <em>objetivos nacionais</em> leia-se a garantia de direitos dos trabalhadores e cidadãos pobres. O livro saiu em 1987. Estamos em 2009, e o Estado de Israel segue descumprindo diversas resoluções da ONU. Segue gastando rios de dinheiro na construção e manutenção de colônias ilegais na Cisjordânia. Em outras palavras: segue semeando desgraça, privação e humilhação para os palestinos e um futuro temerário, bélico, quiçá inviável para seu próprio povo.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2428/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2428&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Rapidinhas</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/14/rapidinhas-10/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem levanta a bola é Fernando Carvalho, em artigo na Agência Carta Maior: será que o Governo Federal vai aplicar a lei em relação à gráfica que falhou na prestação dos serviços contratados para o ENEM? A gráfica pertence ao grupo que edita a &#8220;ditabranda&#8221; Folha de S. Paulo&#8230;
*  *  *
Dia 6/11, sexta-feira, Nação Zumbi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2414&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Quem levanta a bola é Fernando Carvalho, em <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16182&amp;boletim_id=600&amp;componente_id=10088" target="_blank">artigo</a> na Agência Carta Maior: será que o Governo Federal vai aplicar a lei em relação à gráfica que falhou na prestação dos serviços contratados para o ENEM? A gráfica pertence ao grupo que edita a &#8220;ditabranda&#8221; <em>Folha de S. Paulo</em>&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Dia 6/11, sexta-feira, <a href="http://www.nacaozumbi.com.br/" target="_blank">Nação Zumbi</a> faz o show especial <em>Da Lama ao Caos </em>no Rio de Janeiro. No Circo Voador.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Duas notas da Justiça Global a respeito de acontecimentos recentes no Rio de Janeiro:</p>
<p>1) <a href="http://www.global.org.br/principal.asp?id_menu=&amp;id_noticia=267" target="_blank">A naturalização da violência: os heróis da política de segurança pública</a></p>
<p>2) <a href="http://www.global.org.br/principal.asp?id_menu=&amp;id_noticia=266" target="_blank">Nota pública em solidariedade ao povo da Maré</a></p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p><a href="http://www.programafaixalivre.org.br/?id=616" target="_blank">Debate muito bacana e instrutivo</a>, no Programa Faixa Livre, sobre distribuição de renda no Brasil. Ouvindo os pontos de vista e dados embasados e críticos lançados pelos debatedores,  fica patente o quão mentirosa e superficial é a cobertura que a mídia gorda faz do tema.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2414/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2414&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Uma música</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/13/uma-musica-7/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 20:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem vi &#8220;Che 2 &#8211; A guerrilha&#8221;. Gostei muito, assim como do primeiro. Um dos pontos em comum entre ambos é terminar com uma bela música. Desta vez, Mercedes Sosa, com &#8220;Balderrama&#8221;.

       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2422&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ontem vi &#8220;Che 2 &#8211; A guerrilha&#8221;. Gostei muito, assim como do primeiro. Um dos pontos em comum entre ambos é <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/04/02/se-perdio-el-hombre-de-este-siglo-alli/" target="_blank">terminar com uma bela música</a>. Desta vez, Mercedes Sosa, com &#8220;Balderrama&#8221;.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/13/uma-musica-7/"><img src="http://img.youtube.com/vi/k4LJDTlviKw/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2422/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2422&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Traje de gala</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/13/traje-de-gala/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:40:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cenas cotidianas]]></category>
		<category><![CDATA[flamengo]]></category>

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		<description><![CDATA[Entro no ônibus urbano para chegar ao aeroporto. Mochila nas costas e uma pequena bolsa na mão. Vou viajar. O motorista, que acumula o trabalho de trocador (mas não o salário do cobrador que foi demitido e teve seu posto de trabalho fechado), dá bom dia e pergunta:
- Vai prum casamento?
Começo a rir. Respondo:
- Pois [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2417&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" src="http://www.flaboutique.com.br/lojaflamengo/images/7895919469740.jpg" alt="" width="300" height="225" />Entro no ônibus urbano para chegar ao aeroporto. Mochila nas costas e uma pequena bolsa na mão. Vou viajar. O motorista, que acumula o trabalho de trocador (mas não o salário do cobrador que foi demitido e teve seu posto de trabalho fechado), dá bom dia e pergunta:</p>
<p>- Vai prum casamento?</p>
<p>Começo a rir. Respondo:</p>
<p>- Pois é, estou em traje de gala, né?</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2417/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2417&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista de Marcelo Freixo a Marcelo Salles</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/13/entrevista-de-marcelo-freixo-a-marcelo-salles/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/13/entrevista-de-marcelo-freixo-a-marcelo-salles/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 12:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política Rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Freixo]]></category>
		<category><![CDATA[milícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedi e o jornalista Marcelo Salles gentilmente me mandou o arquivo com a entrevista feita por ele com o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ), publicada na revista Caros Amigos de agosto. Está aqui para quem quiser ler (em pdf).
Pelo blogue do Marcelo, aliás, cheguei a este texto e ilustração de Carlos Latuff sobre os escândalos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2410&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Pedi e o jornalista <a href="http://www.fazendomedia.com/?cat=17" target="_blank">Marcelo Salles</a> gentilmente me mandou o arquivo com a entrevista feita por ele com o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ), publicada na revista <em>Caros Amigos</em> de agosto. Está <a href="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2009/10/30a32_ca_149.pdf">aqui</a> para quem quiser ler (em pdf).</p>
<p>Pelo blogue do Marcelo, aliás, cheguei a este <a href="http://ferroviasdobrasil.blogspot.com/2009/10/superviade-novo.html" target="_blank">texto e ilustração de Carlos Latuff</a> sobre os escândalos da semana passada envolvendo a Supervia, concessionária que administra (sic) o serviço de trens do Grande Rio.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2410/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2410&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cineclube Sport &#8211; Munique 1972: um dia em setembro</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/12/cineclube-sport-munique-1972-um-dia-em-setembro/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/12/cineclube-sport-munique-1972-um-dia-em-setembro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 03:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rafaelfortes.wordpress.com/?p=2407</guid>
		<description><![CDATA[Terça agora tem sessão do Cineclube Sport, às 18 horas, na sala 320 F do IFCS (UFRJ).
O filme da vez é Munique 1972 &#8211; Um dia em setembro.
Mas informações aqui.
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2407&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Terça agora tem sessão do Cineclube Sport, às 18 horas, na sala 320 F do IFCS (UFRJ).</p>
<p>O filme da vez é Munique 1972 &#8211; Um dia em setembro.</p>
<p>Mas informações <a href="http://historiadoesporte.wordpress.com/2009/10/10/cineclube-sport-13-de-outubro-um-dia-em-setembro/" target="_blank">aqui</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2407/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2407&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Nome aos bois</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/11/nome-aos-bois/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/11/nome-aos-bois/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 19:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rafaelfortes.wordpress.com/?p=2401</guid>
		<description><![CDATA[Da coluna Fatos em Foco, de Hamilton Octavio de Souza, no Brasil de Fato:
&#8220;Nova denominação
Por iniciativa do vereador Lineu Navarro, do PT, a Câmara Municipal e a prefeitura de São Carlos, no interior paulista, aprovaram a mudança do nome da Rua Sérgio Paranhos Fleury, batizada durante a Ditadura Militar para homenagear o delegado torturador. Agora [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2401&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Da coluna Fatos em Foco, de Hamilton Octavio de Souza, no <em>Brasil de Fato</em>:</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/anteriores/jornal.2009-09-08.6868319509/editoria.2009-09-08.0768953611/materia.2009-09-09.9784831953" target="_blank"><strong>Nova denominação</strong></a></p>
<p><a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/anteriores/jornal.2009-09-08.6868319509/editoria.2009-09-08.0768953611/materia.2009-09-09.9784831953" target="_blank">Por iniciativa do vereador Lineu Navarro, do PT, a Câmara Municipal e a prefeitura de São Carlos, no interior paulista, aprovaram a mudança do nome da Rua Sérgio Paranhos Fleury, batizada durante a Ditadura Militar para homenagear o delegado torturador. Agora a rua ganhou o nome de Dom Helder Câmara, ex-arcebispo de Olinda e Recife e reconhecido defensor dos direitos humanos. Importante mudança!</a>&#8220;</p>
<p>Lembro da antológica &#8220;<a href="http://www.titas.net/discografia/index.php?acao=letra&amp;faixa_id=45&amp;obra_id=36&amp;interface=0&amp;disco_id=5" target="_blank">Nome aos Bois</a>&#8220;, dos Titãs.</p>
<p>Entre a UERJ e o Maracanã, perto de onde moro, está a <a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=pra%C3%A7a+pres.+Em%C3%ADlio+Garrastazu,+rio+de+janeiro&amp;sll=-22.910926,-43.232188&amp;sspn=0.010139,0.013797&amp;ie=UTF8&amp;hq=pra%C3%A7a+pres.+Em%C3%ADlio+Garrastazu,&amp;hnear=Rio+de+Janeiro+-+RJ&amp;ll=-22.910887,-43.23369&amp;spn=0.010139,0.013797&amp;z=16" target="_blank">Praça Presidente Emílio Garrastazu Medici</a>. Para ir a Niterói, atravesso a Ponte Presidente Costa e Silva. Até quando?</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2401/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2401/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2401/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2401&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Criminalização dos movimentos sociais urbanos avança no DF (e a mídia gorda legitima&#8230;)</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/10/criminalizacao-dos-movimentos-sociais-urbanos-avanca-no-df-e-a-midia-gorda-legitima/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/10/criminalizacao-dos-movimentos-sociais-urbanos-avanca-no-df-e-a-midia-gorda-legitima/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 12:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Democratização da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mídia gorda]]></category>
		<category><![CDATA[criminalização]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
		<category><![CDATA[telejornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 13/10, terça-feira, tem audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).
Tema: Pela garantia de direitos, contra a redução da maioridade penal.
Local: Sala 316 do Palácio Tiradentes
Horário: 9h30
*  *  *
Reproduzo abaixo nota da coluna &#8220;Entrelinhas &#8211; a mídia como ela é&#8221;, de Hamilton Octavio [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2396&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Dia 13/10, terça-feira, tem audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).</p>
<p>Tema: Pela garantia de direitos, contra a redução da maioridade penal.</p>
<p>Local: Sala 316 do Palácio Tiradentes</p>
<p>Horário: 9h30</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Reproduzo abaixo nota da coluna &#8220;Entrelinhas &#8211; a mídia como ela é&#8221;, de Hamilton Octavio de Souza, publicada na <em>Caros Amigos</em> de agosto.</p>
<p>Acrescentei as duas partes do vídeo indicado no texto. Na segunda, destaque para a inacreditável fala do secretário de Ordem Pública (sic) do Distrito Federal, dizendo, em tom de acusação, que &#8220;há conotação política&#8221; na manifestação e que &#8220;isso nós não vamos permitir&#8221;. Ora, uma reivindicação em prol de moradia pode ser o quê, se não <em>política</em>? Se não é permitido ao povo fazer política e ir às ruas, vale o quê, então? Pegar em armas? Com o perdão do palavrão: que porra é essa? Por acaso estamos em dezembro de 1968?</p>
<p>Tem mais&#8230; será que o secretário ficaria ofendido se alguém lhe dissesse o óbvio: que há <em>conotação política</em> em sua fala à Rede Globo?</p>
<p>E o secretário ainda diz, no ar, numa boa, como se não fosse nada demais, que há setores da &#8220;inteligência&#8221; monitorando as lideranças do movimento. Coisas do Estado Democrático de Direito em que vivemos: quem se organiza para exigir seus direitos e lutar pelo cumprimento da Constituição de 1988 é monitorado pelo poder público e tratado como caso de polícia.</p>
<p>&#8220;<strong>Distorção em Brasília</strong></p>
<p>Integrantes do Movimento Pró-Moradia Ambiental, do Distrito Federal, colocaram no <em>You Tube</em> e estão distribuindo pela Internet dois vídeos sobre o ato em defesa da Cana do Reino, uma área da União disputada pelos sem-teto e pelos grandes especuladores de imóveis de Brasília. Um vídeo mostra a vergonhosa edição feita pela TV Globo, que criminaliza o movimento social; o outromostra a manifestação pacífica da população pobre e a violenta repressão da Polícia Militar. Duas visões de mundo sobre o mesmo acontecimento.&#8221;</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/10/criminalizacao-dos-movimentos-sociais-urbanos-avanca-no-df-e-a-midia-gorda-legitima/"><img src="http://img.youtube.com/vi/6OCt94YY1Ww/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/10/criminalizacao-dos-movimentos-sociais-urbanos-avanca-no-df-e-a-midia-gorda-legitima/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yNinzLiiKyk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2396/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2396&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/6OCt94YY1Ww/2.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/yNinzLiiKyk/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>4a. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/09/4a-mostra-cinema-e-direitos-humanos-na-america-do-sul/</link>
		<comments>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/09/4a-mostra-cinema-e-direitos-humanos-na-america-do-sul/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Começa hoje, no Rio, a 4a. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Ela rola paralelamente em diversas capitais brasileiras, neste mês e no próximo. Entrada franca.
Excelente oportunidade para assistir a alguns filmes que, de outra forma, ficariam inéditos no Brasil &#8211; afinal, as salas de cinema operam pela lógica do mercado e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2390&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Começa hoje, no Rio, a <a href="http://www.cinedireitoshumanos.org.br/2009/index.php" target="_blank">4a. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul</a>. Ela rola paralelamente em diversas capitais brasileiras, neste mês e no próximo. Entrada franca.</p>
<p>Excelente oportunidade para assistir a alguns filmes que, de outra forma, ficariam inéditos no Brasil &#8211; afinal, as salas de cinema operam pela lógica do mercado e em função dos interesses das multinacionais de mídia e entretenimento; as redes de televisão operam como se fossem entidades privadas, e não concessões públicas. No dia em que a Constituição Federal for cumprida, poderemos assistir tais filmes na televisão aberta. Até lá, ficam restritos a guetos: festivais, mostras etc.</p>
<p>De cara, me chamou atenção a grande proporção de filmes brasileiros &#8211; muito maior que nos anos anteriores. Reproduzo abaixo a programação do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<h3>09/10 – SEXTA-FEIRA</h3>
<p>Cine Glória<br />
14h<br />
<strong>YÃKWÁ, O BANQUETE DOS ESPÍRITOS</strong> &#8211; Virgínia Valadão (Brasil, 54 min, 1995, doc)<br />
<strong>A ARCA DOS ZO’É</strong> &#8211; Dominique Tilkin Gallois, Vincent Carelli (Brasil, 22 min,1993, doc)<br />
<strong>O ESPÍRITO DA TV</strong> &#8211; Vincent Carelli (Brasil, 18 min, 1990, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>16h<br />
<strong>ESSE HOMEM VAI MORRER &#8211; UM FAROESTE CABOCLO</strong> &#8211; Emilio Gallo (Brasil, 75 min, 2008, doc)<br />
<strong>CONTRA-CORRENTE</strong> &#8211; Agostina Guala (Argentina, 9 min, 2008, fic)<br />
<strong>PARTIDA</strong> &#8211; Marcelo Martinessi (Paraguai, 14 min, 2008, fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>20h &#8211; <strong>Sessão de Abertura</strong><br />
<strong>HISTÓRIAS DE DIREITOS HUMANOS</strong> &#8211; vários diretores (diversos países, 84 min, 2008, doc/ fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>Caixa Cultural<br />
15h<br />
<strong>NUNCA MAIS!!! COCHABAMBA, 11 DE JANEIRO DE 2007</strong> &#8211; Roberto Alem (Bolívia, 52 min, 2007, doc)<br />
<strong>DAYUMA NUNCA MAIS</strong> &#8211; Roberto Aguirre Andrade (Equador, 30 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>17h<br />
<strong>À MARGEM DO LIXO</strong> &#8211; Evaldo Mocarzel (Brasil, 84 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<h3>10/10 – SÁBADO</h3>
<p>Cine Glória<br />
14h<br />
<strong>TAMBÉM SOMOS IRMÃOS</strong> &#8211; José Carlos Burle (Brasil, 85 min, 1949, fic)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>16h<br />
<strong>BAGATELA – A NECESSIDADE TEM CARA DE CACHORRO</strong> &#8211; Jorge Caballero (Colômbia/ Espanha, 74 min, 2008, doc)<br />
<strong>MENINO ARANHA</strong> &#8211; Mariana Lacerda (Brasil, 13 min, 2008, doc)<br />
<strong>MENINOS</strong> &#8211; Gonzalo Rodríguez Fábregas (Uruguai, 14 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 12 anos</p>
<p>18h<br />
<strong> CORUMBIARA</strong> &#8211; Vincent Carelli (Brasil, 117 min, 2009, doc)<br />
Classificação indicativa: livre<br />
20h<br />
<strong>UNIDADE 25</strong> &#8211; Alejo Hojiman (Argentina/ Espanha, 90 min, 2008, doc)<br />
<strong>COCAIS, A CIDADE REINVENTADA</strong> &#8211; Inês Cardoso (Brasil, 15 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>Caixa Cultural<br />
15h<br />
<strong>HISTÓRIAS DE DIREITOS HUMANOS</strong> &#8211; vários diretores (diversos países, 84 min, 2008, doc/ fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>17h<br />
<strong>YÃKWÁ, O BANQUETE DOS ESPÍRITOS</strong> &#8211; Virgínia Valadão (Brasil, 54 min, 1995, doc)<br />
<strong>A ARCA DOS ZO’É</strong> &#8211; Dominique Tilkin Gallois, Vincent Carelli (Brasil, 22 min,1993, doc)<br />
<strong>O ESPÍRITO DA TV</strong> &#8211; Vincent Carelli (Brasil, 18 min, 1990, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>19h<br />
<strong>UNIDADE 25</strong>- Alejo Hojiman (Argentina/ Espanha, 90 min, 2008, doc)<br />
<strong>COCAIS, A CIDADE REINVENTADA</strong> &#8211; Inês Cardoso (Brasil, 15 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<h3>11/10 – DOMINGO</h3>
<p>Cine Glória<br />
14h<br />
<strong>O REALISMO SOCIALISTA</strong> &#8211; Raúl Ruiz (Chile, 52 min, 1973, fic/ doc)<br />
<strong>AGARRANDO PUEBLO (OS VAMPIROS DA MISÉRIA)</strong> &#8211; Carlos Mayolo, Luis Ospina (Colômbia, 28 min, 1978, fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>16h<br />
<strong> TRAGO COMIGO – Parte 1 (capítulos 1 e 2)</strong> &#8211; Tata Amaral (Brasil, 96 min, 2009, doc/ fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>18h<br />
<strong>TRAGO COMIGO – Parte 2 (capítulos 3 e 4)</strong> &#8211; Tata Amaral (Brasil, 96 min, 2009, doc/ fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>20h<br />
<strong>GARAPA</strong> &#8211; José Padilha (Brasil, 110 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 12 anos</p>
<p>Caixa Cultural<br />
15h<br />
<strong>TAMBÉM SOMOS IRMÃOS</strong> &#8211; José Carlos Burle (Brasil, 85 min, 1949, fic)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>17h<br />
<strong>CORUMBIARA</strong> &#8211; Vincent Carelli (Brasil, 117 min, 2009, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>19h<br />
<strong>ENTRE A LUZ E A SOMBRA</strong> &#8211; Luciana Burlamaqui (Brasil, 150 min, 2007, doc)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<h3>12/10 – SEGUNDA-FEIRA</h3>
<p>Cine Glória<br />
14h<br />
<strong>PRO DIA NASCER FELIZ</strong> &#8211; João Jardim (Brasil, 88 min, 2006, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>16h<br />
<strong>SENTIDOS À FLOR DA PELE</strong> &#8211; Evaldo Mocarzel (Brasil, 80 min, 2008, doc)<br />
<strong>PUGILE</strong> &#8211; Danilo Solferini (Brasil, 21 min, 2007, fic)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<h3>13/10 – TERÇA-FEIRA</h3>
<p>Cine Glória<br />
14h &#8211; Audiodescrição<br />
<strong>O SIGNO DA CIDADE</strong> &#8211; Carlos Alberto Riccelli (Brasil, 96 min, 2007, fic)<br />
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>16h<br />
<strong>DEVOÇÃO</strong> &#8211; Sergio Sanz (Brasil, 85 min, 2008, doc)<br />
<strong>PHEDRA</strong> &#8211; Claudia Priscilla (Brasil, 13 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: 12 anos</p>
<p>18h<br />
<strong>À MARGEM DO LIXO</strong> &#8211; Evaldo Mocarzel (Brasil, 84 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>20h<br />
<strong> CRUELDADE MORTAL</strong> &#8211; Luiz Paulino dos Santos (Brasil, 92 min, 1976, fic)<br />
<strong>ESTRELA DE OITO PONTAS</strong> &#8211; Fernando Diniz, Marcos Magalhães (Brasil, 12 min, 1996, fic/ ani)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<h3>14/10 – QUARTA-FEIRA</h3>
<p>Cine Glória<br />
14h<br />
<strong>MOKOI TEKOÁ PETEI JEGUATÁ – DUAS ALDEIAS, UMA CAMINHADA</strong> &#8211; Arial Duarte Ortega, Jorge Morinico, Germano Beñites (Brasil, 63 min, 2008, doc)<br />
<strong>DE VOLTA À TERRA BOA</strong> &#8211; Mari Corrêa, Vincent Carelli (Brasil, 21 min, 2008, doc)<br />
<strong>PRÎARA JÕ, DEPOIS DO OVO, A GUERRA</strong> &#8211; Komoi Paraná (Brasil, 15 min, 2008, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>16h<br />
<strong>TAMBORES DE ÁGUA: UM ENCONTRO ANCESTRAL</strong> &#8211; Clarissa Duque (Venezuela/Camarões, 75 min, 2008, doc)<br />
<strong>ALÉM DE CAFÉ, PETRÓLEO E DIAMANTES</strong> &#8211; Marcelo Trotta (Brasil, 15 min, 2007, doc)<br />
<strong>TARABATARA</strong> &#8211; Julia Zakia (Brasil, 23 min, 2007, doc)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p>18h<br />
<strong>O SIGNO DA CIDADE</strong> &#8211; Carlos Alberto Riccelli (Brasil, 96 min, 2007, fic)<br />
<strong>OS SAPATOS DE ARISTEU</strong> &#8211; René Guerra (Brasil, 17 min, 2008, fic)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p>20h<br />
<strong>ENTRE A LUZ E A SOMBRA</strong> &#8211; Luciana Burlamaqui (Brasil, 150 min, 2007, doc)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<h3>15/10 – QUINTA-FEIRA</h3>
<p>Cine Glória<br />
14h<br />
<strong>O CAVALEIRO NEGRO</strong> &#8211; Ulf Hultberg, Åsa Faringer (Suécia/ México/ Dinamarca, 95 min, 2007, fic)<br />
Classificação indicativa: 14 anos</p>
<p>16h &#8211; Audiodescrição<br />
<strong>NÃO CONTE A NINGUÉM</strong> &#8211; Francisco J. Lombardi (Peru/ Espanha, 120 min, 1998, fic)<br />
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual<br />
Classificação indicativa: 18 anos</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2390/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2390&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Rapidinhas</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/09/rapidinhas-9/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 12:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[crack]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra Cineducando, de 13 a 25 de outubro, na Caixa Cultural (Centro do Rio, ao lado da Estação Carioca do Metrô).
*  *  *
Vale a pena dar um confere no História(s) do Sport: a cada segunda-feira, um novo texto de um pesquisador diferente tratando de um tema ligado à História do Esporte. Essa semana, um texto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2383&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://www.cineduc.org.br/" target="_blank">Mostra Cineducando</a>, de 13 a 25 de outubro, na Caixa Cultural (Centro do Rio, ao lado da Estação Carioca do Metrô).</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Vale a pena dar um confere no <a href="http://historiadoesporte.wordpress.com/" target="_blank">História(s) do Sport</a>: a cada segunda-feira, um novo texto de um pesquisador diferente tratando de um tema ligado à História do Esporte. Essa semana, um <a href="http://historiadoesporte.wordpress.com/2009/10/06/o-macho-acuado-o-homem-do-seculo-xxi-por-leonardo-bahiense/" target="_blank">texto instigante</a> do Leonardo Bahiense sobre a história do corpo.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p><a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/anteriores/jornal.2009-08-14.4802007661/editoria.2009-08-20.9584397450/materia.2009-08-20.3119554040" target="_blank">Matéria</a> de Leandro Uchoas no <em>Brasil de Fato</em> aborda o uso de crack no Rio de Janeiro. Ao final, uma nota bastante interessante:</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/anteriores/jornal.2009-08-14.4802007661/editoria.2009-08-20.9584397450/materia.2009-08-20.3119554040" target="_blank">Durante cinco dias, a reportagem tentou um contato com o secretário de Assistência Social, Fernando Willian. Após fazer uma série de perguntas sobre o jornal, o assessor de imprensa do secretário, Orlando Lemos, desmarcou a entrevista alegando que Willian estaria doente e prometeu entrar em contato em seguida. Nos dias que se sucederam, não atendeu mais o telefone.</a>&#8220;</p>
<p>Não sei se foi este o caso, mas&#8230; Tenho alguns amigos e conhecidos que trabalham em pequenas empresas de comunicação, na mídia nanica/democrática/alternativa/popular etc. e/ou fazem frilas para um ou outro. É impressionante o quanto certos assessores de imprensa lhes atrapalham o trabalho, inclusive decidindo, por si mesmos (e sem qualquer parâmetro e base ética e/ou legal para tanto), que o assessorado não deve falar para o jornalista <em>a </em>ou <em>b</em> por que este trabalha para um veículo &#8220;pouco relevante&#8221; ou &#8220;crítico&#8221;. A batalha pela democratização da comunicação passa, sem dúvida, por uma mudança na mentalidade de muitos assessores por aí &#8211; o que implica, consequentemente, em uma revisão do que é ensinado nas faculdades de Comunicação Social.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>O <a href="http://www.programafaixalivre.org.br/?id=614" target="_blank">Programa Faixa Livre de quarta-feira</a> entrevistou Ivan Valente (PSOL/SP), que considero o melhor parlamentar do Congresso Nacional. O deputado federal falou sobre a visita a Honduras e sobre a CPI da Dívida Pública. Ouvindo-o, entendemos, por que o presidente Zelaya foi deposto &#8211; e por que a mídia gorda brasileira apoia o golpe e o regime ditatorial instaurado no país. Ouvindo-o, entendemos também a importância desta Comissão Parlamentar de Inquérito, sobre a qual a mídia gorda cala.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelfortes.wordpress.com/2383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelfortes.wordpress.com/2383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelfortes.wordpress.com/2383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelfortes.wordpress.com/2383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelfortes.wordpress.com/2383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelfortes.wordpress.com/2383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelfortes.wordpress.com/2383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelfortes.wordpress.com/2383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelfortes.wordpress.com/2383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelfortes.wordpress.com/2383/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2383&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafael Fortes</media:title>
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		<title>Perguntas (im)pertinentes</title>
		<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/10/08/perguntas-impertinentes-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 14:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CPI da Dívida]]></category>
		<category><![CDATA[greve dos bancários]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que a mídia gorda ignora a CPI da Dívida Pública em andamento na Câmara dos Deputados? Será porque se trata do problema mais importante do país, hoje? Será porque é um exemplo do Congresso Nacional trabalhando e possibilitando a discussão de assuntos relevantes do país, produzindo informações e trazendo à tona verdades que possam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelfortes.wordpress.com&blog=514952&post=2380&subd=rafaelfortes&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Por que a mídia gorda ignora a CPI da Dívida Pública em andamento na Câmara dos Deputados? Será porque se trata do problema mais importante do país, hoje? Será porque é um exemplo do Congresso Nacional trabalhando e possibilitando a discussão de assuntos relevantes do país, produzindo informações e trazendo à tona verdades que possam contribuir para a construção de um Brasil melhor e para o aprofundamento de nossa democracia? Será porque à mídia gorda e vende-pátria não interessam os interesses brasileiros, mas sim os das multinacionais e da Casa Branca?</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>E a greve dos bancários, uma das categorias de trabalhadores mais sacaneada pelos patrões nos últimos anos &#8211; justamente os patrões que mais lucraram? (Não custa lembrar a precisa definição do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, censurada pela Rede Globo: <a href="http://rafaelfortes.wordpress.com/2008/10/11/banco-mata-e-tv-globo-censura-e-esconde-da-populacao/" target="_blank">Banco mata</a>!) Nenhuma palavra sobre ela? Nada? Aumento salarial e melhoria das condições de vida dos trabalhadores são temas que, curiosamente, não interessam a um certo jornalismo &#8211; que, não obstante, jura falar em nome do povo e da democracia.</p>
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