Rapidinhas

22/3/2017

Luis Nassif falou e disse: “A Carne Fraca e o reino dos imbecis“, “Xadrez para entender a operação Carne Fraca” e “Xadrez da Carne Fraca no Estado de Exceção

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Há quase um ano, lembrei do bom e velho Brecht ao escrever um texto sobre o golpe. Agora, a Justiça Federal anda perseguindo gente que apresenta informações e tem críticas à forma como servidores públicos e máquina do Estado vem operando. A perseguição, evidentemente, só reforça os argumentos dos perseguidos e prova que eles têm razão. Novamente Luis Nassif coloca de forma clara o cerne da questão: “Moro se comportou como um imperador, acima das leis, porque, no episódio do vazamento dos grampos, foi tratado acima das leis.

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Lembra o caô contado pelo governo do Mordomo de Filme de Terror de que o Orçamento de 2017 seria menor, mas pelo menos seria cumprido na íntegra? Pois é, era mentira mesmo.

Tal política de cortes, é bom lembrar, aprofunda aquela já praticada pelo governo da Coração Valente.

 

Rapidinhas

10/3/2017

Reproduzo abaixo excelente texto de Marina Amaral, divulgado no boletim da Agência Pública:

Escuta aqui, presidente

“Você, aqui no banco, já chegou o mais longe possível para uma mulher”. Foi essa frase que a economista Leda Paulani ouviu de seu chefe quando foi preterida – por um homem – para um cargo de coordenação em um banco nos anos 1980.

Titular do departamento de economia da Faculdade de Economia e Administração da USP, Leda é hoje uma das mais respeitadas economistas do país. O que não significa, porém, que a mentalidade de seu antigo chefe está superada. No mesmo dia 8 de março em que publicávamos sua entrevista, o presidente Temer dizia: “Tenho absoluta convicção, até por formação familiar e por estar ao lado da Marcela, do quanto a mulher faz pela casa, pelo lar. Do que faz pelos filhos”. E destacava a grande participação da mulher na economia do país porque é “capaz de indicar os desajustes de preços em supermercados” e “identificar flutuações econômicas no orçamento doméstico”.

Apesar das declarações inequívocas, Temer prega a igualdade das mulheres exatamente aonde ela não pode existir: na idade mínima para a aposentadoria. Se para um país tão desigual, falar de aposentadoria aos 65 anos soa piada de mau gosto, para as mulheres – que tem dupla, tripla, quádrupla jornada de trabalho – é uma afronta, como deixaram claro as manifestações do 8 de março. E nem adianta dizer que homens e mulheres se aposentarem na mesma idade “é uma tendência mundial”, como fez o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A realidade entre os países, como constatou o Truco, invalida a comparação do ministro.

Trocando palavras por dados: no Brasil os homens gastam apenas 9 horas semanais aos afazeres do lar, enquanto as mulheres dedicam entre 20 e 25 horas semanais ao mesmo tipo de trabalho segundo uma pesquisa da Unicamp de 2015, baseada em dados do IBGE. O número de mulheres desempregadas é maior do que o de homens e o valor dos salários menor: quando a comparação leva em conta os anos de estudo, elas chegam a ganhar 25,6% a menos do que seus colegas homens. Além disso, apenas 37% dos cargos de chefia nas empresas do país é de mulheres.

A Pública se orgulha de ser uma organização dirigida por mulheres. E de estar fazendo escola como mostra reportagem da Abraji sobre os empreendimentos de mulheres no jornalismo.

Marina Amaral, codiretora da Agência Pública

Uma música

5/3/2017

Planet Hemp – Mão na Cabeça

Letra antológica. Quase 20 anos depois, continua atual. Infelizmente.

 

Rapidinhas

4/3/2017

Perfil muito interessante de Guilherme Boulos, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), por Andréa Dip, da Agência Pública.

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Logo após o Carnaval, o Faixa Livre fez uma entrevista excelentes sobre a conjuntura atual com Rodrigo Ávila (da Auditoria Cidadã da Dívida).

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No programa sócio-torcedor do Flamengo, difícil saber o que é pior: se o próprio programa, a empresa terceirizada que o gere, ou a que vendeu os ingressos para o jogo contra o San Lorenzo. No caso da que gere o programa, até agora tem 100% de aproveitamento comigo: todas as vezes que enviei email para tratar de algum assunto, fui ignorado. Sobre a espelunca responsável pela venda de ingressos para a partida de quarta-feira pela Libertadores, melhor nem comentar.

Uma música

1/3/2017

Hossam Ramzy e Rafa El Tachuela – Men el belad

Rapidinhas

21/2/2017

Antológico artigo de Luis Nassif analisando o quadro atual no Brasil.

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Reproduzo abaixo nota do PSOL/RJ com a lista de votação da privatização da CEDAE, aprovada ondem na Assembleia Legislativa.

deputados-cedae“A ALERJ aprovou por 41 a 28 votos a possibilidade de privatização da CEDAE. A companhia de água e saneamento do estado é a estatal mais lucrativa do Rio, com retorno de lucro líquido na casa de 1,5 bilhões de reais. Agora, a CEDAE poderá se tornar garantia para o empréstimo de R$ 3,5 bilhões da União para o Estado do Rio, abrindo a possibilidade de federalização e posterior venda para a iniciativa privada. A estratégia faz parte do (des)governo Temer e tem no Rio sua principal vitrine para implementar a mesma ação nos demais estados da federação. Confira os nomes e os partidos dos deputados que foram contra o povo fluminense e a favor da privatização da CEDAE:

Ana Paula Rechuan (PMDB)
André Ceciliano (PT)
André Correa (PSD)
Aramis (PSC)
Átila Nunes (PSL)
Benedito Alves (PMDB)
Carlos Macedo (PRB)
Chiquinho da Mangueira (PMN)
Comte Bitterncourt (PPS)
Coronel Jairo (PMDB)
Daniele Guerreiro (PMDB)
Dica (PMDB)
Dionísio Lins (PP)
Dr. Gothardo (PSL)
Edson Albertassi (PMDB)
Fábio Silva (PMDB)
Fatinha (SDD)
Figueiredo (PROS)
Filipe Soares (PR)
Geraldo Pudim (PR)
Gil Viana (PSB)
Gustavo Tutuca (PSB)
Iranildo Campos (PSD)
Jânio Mendes (PDT)
João Peixoto (PSDC)
Jorge Picciani (PMDB)
Marcelo Simão (PMDB)
Márcia Jeovani (PR)
Marcos Abraão (PT do B)
Marcos Miller (PHS)
Marcus Vinícus (PTB)
Milton Rangel (PSD)
Nivaldo Mulim (Sem partido)
Paulo Melo (PMDB)
Pedro Augusto (PMDB)
Rafael Picciani (PMDB)
Renato Cozzolino (PR)
Rosenverg Reis (PMDB)
Tia Ju (PRB)
Zé Luiz Anchite (PP)
Zito (PP)

Deputados que foram CONTRA a privatização da CEDAE:

Bebeto (PDT)
Bruno Dauaire (PR)
Carlos Lins (sem partido)
Carlos Osório (PSDB)
Cidinha Campos (PDT)
Doutor Julianelli (Rede)
Eliomar Coelho (PSOL)
Enfermeira Rejane (PC do B)
Flávio Bolsonaro (PSC)
Flávio Serefini (PSOL)
Geraldo Moreira da Silva (PTN)
Gilberto Palmares (PT)
Jorge Felippe Neto (DEM)
Lucinha (PSDB)
Luiz Martins (PDT)
Luiz Paulo (PSDB)
Marcelo Freixo (PSOL)
Márcio Pacheco (PSC)
Martha Rocha (PDT)
Paulo Ramos (PSOL)
Samuel Malafaia (DEM)
Silas Bento (PSDB)
Tio Carlos (SDD)
Wagner Montes (PRB)
Waldeck Carneiro (PT)
Wanderson Nogueira (PSOL)
Zaqueu Teixeira (PDT)
Zeidan (PT)”

Sobre a iniciativa do MPRJ de exigir torcida única nos clássicos do Rio

17/2/2017

“Só podem estar de sacanagem”, pensei, quando ouvi a notícia. Mas, infelizmente, é sério e é verdade. Em seu programa radiofônico de ontem (quinta), Washington Rodrigues sintetizou o que penso a respeito: “Isso é de uma estupidez que não tem tamanho”.

Parece uma daquelas típicas medidas baseadas na noção de que “está demais… alguma coisa precisa ser feita”. Ora, dependendo do que se vá fazer, melhor não fazer nada.

Confesso que estou com preguiça e sem tempo de elencar todos os motivos que sustentam minha opinião. Um deles: provavelmente o MPRJ não sabe, mas a porrada também estanca entre torcidas do mesmo time. Isso acontece há décadas, e já vi in loco ou ouvi histórias nas torcidas dos quatro grandes clubes do Rio. Há coisa de dois meses, o pau cantou na Tijuca depois de um jogo de basquete – entre torcidas do Flamengo. Aí vão fazer o quê? Proibir também a torcida do time da casa? De repente é uma ideia: Flamengo x Vasco no Maracanã, mas só pode comprar ingresso quem for botafoguense. (Deve ter botafoguense desempregado esfregando as mãos, pensando no quanto lucraria como cambista, repassando os ingressos aos flamenguistas e vascaínos.) Ou gringo! Taí, grande ideia! Vamos vender ingressos só para colonizadores: ingleses, italianos, holandeses, esse povo ordeiro e tranquilo que frequenta os estádios da Europa. (Ainda bem que ninguém do MPRJ lê o meu blogue, do contrário, periga a ideia aparecer numa próxima ação proposta pelo órgão.)

Para piorar, leio na notícia que “na ação, o promotor pede, ainda, que os clubes cadastrem e mantenham atualizadas, mensalmente, as informações de suas torcidas organizadas, identificando cada um dos integrantes por nome e CPF“. Ora, o clube não é responsável pelas torcidas organizadas. Isso é a coisa mais óbvia do mundo – quer dizer, estou vendo que, para o MPRJ, não é. Nas situações em que o clube ajuda as torcidas organizadas, ok, responsabilize-se o clube e seus dirigentes. Mas, a priori, clube é uma coisa; torcida é outra. “Uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa”, como eu costumava dizer na primeira aula de Metodologia Científica.

Até onde eu sei, o direito de associação ainda é livre no Brasil. As pessoas se juntam para formar uma torcida (que é uma forma de associação). Ora, o que o clube tem a ver com isso? Que poder tem o clube de intervir? O MPRJ quer transferir para os clubes uma parte do monopólio da violência e do controle que pertence ao Estado? Se a polícia civil, que tem a obrigação de manter atualizado um cadastro dos crimes, criminosos, foragidos etc., mal faz isso, como é que os clubes vão identificar os torcedores? Um funcionário do clube vai telefonar todo mês para a sede da torcida organizada para perguntar quem pagou a mensalidade e quem tá no pendura? Mandar a polícia investigar os crimes e produzir provas que ajudem à condenação dos criminosos não rola, né?

O MPRJ, é bom lembrar, pouco ou nada investigou/investiga o governo anterior do Rio de Janeiro, o governo atual, as milícias, o jogo do bicho, as relações entre empreiteiras e obras da Copa e das Olimpíadas, o telhado do Engenhão que ameaçou cair, a péssima qualidade das concessões públicas de transporte municipal e intermunicipal no RJ, os trens do ramal de Saracuruna que quebram todo dia, a catastrófica situação da rede estadual de educação e trocentos outros problemas. Por atos e omissões, ajuda a manter a impunidade do inacreditável número de homicídios cometidos pelas polícias do Rio de Janeiro a cada ano. E por aí vai… Mas agora arrumou uma solução para acabar com a bandalheira nos clássicos de futebol. Genial! (Pelo menos, a iniciativa não pede duas ações do amplo acervo de medidas geniais que já foram tomadas para acabar com o nosso futebol, quer dizer, com a violência das torcidas: pedir interdição do Engenhão e jogo com estádio vazio.)

Ainda segundo a notícia publicada no site do MPRJ, “vale lembrar que uma medida semelhante foi adotada nos clássicos do futebol paulista, resultando na redução em 75% no número de embates entre torcidas rivais.” Anteontem mesmo a porrada comeu em Santos depois de um clássico San-São, nesse novo modelo que se quer adotar aqui. Seria mais fácil pedir a instauração de estado de sítio, toque de recolher, essas coisas, e mandar todo mundo ficar em casa. Assim, talvez, ficássemos em paz. Ou não – que o digam os capixabas…

Rapidinhas

12/2/2017

Jânio de Freitas, antológico, na ditabranda Folha de S. Paulo (via Luis Nassif):

Derrubar uma Presidência legítima e uma presidente honesta, para retirar do poder toda aspiração de menor injustiça social e de soberania nacional, tinha como corolário pretendido a entrega do Poder aos que o receberam em maioria, os geddeis e moreiras, os cunhas, os calheiros, os jucás, nos seus diferentes graus e especialidades.

Como disse Aécio Neves a meio da semana, em sua condição de presidente do PSDB e de integrante das duas bandas de beneficiários do impeachment: “Nosso alinhamento com o governo é para o bem ou para o mal”. Não faz diferença como o governo é e o que dele seja feito. Se é para o mal, também está cumprindo o papel a que estava destinado pela finalidade complementar da derrubada de uma Presidência legítima e de uma presidente honesta.

Não há panelaço, nem boneco com uniforme de presidiário. Também, não precisa. Terno e gravata não disfarçam.

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Trecho de uma reportagem de Gerusa Marques no Estado de S. Paulo (29/3/2007), reproduzida no livro Política de Comunicações: um balanço dos governos Lula (2003-2010), de Venicio Lima:

“O ministro das Comunicações, Hélio Costa, criticou ontem o processo de privatização do Sistema Telebrás para justificar a criação da Rede Nacional de TV Pública. Em debate sobre o assunto na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, ele disse que o Brasil não dispõe de estrutura pública nacional para prestar serviços de comunicações. ‘Quando vendemos a preço de banana as nossas companhias na privatização, vendemos nossa rede pública’, afirmou. ‘Chego a dizer que hoje, em uma emergência que espero que não aconteça, se o presidente quiser fazer rede nacional, temos que pedir licença no México’. Ele se referia à Embratel, controlada pela Telmex, do mexicano Carlos Slim. A Embratel, além de deter infraestrutura terrestre que cobre o território nacional, é dona da Star One, que controla a maioria dos satélites de comunicação do País, por onde trafegam sinais de TV. ‘Quem tem a rede não é o governo brasileiro, não é nem sequer uma empresa nacional’. O Sistema Telebrás foi privatizado em 1998, pelo governo Fernando Henrique Cardoso.

Costa aproveitou o debate também para dizer que o setor de comunicações no país fatura atualmente R$ 100 bilhões e que, desse total, R$ 90 bilhões ficam com as teles e o restante é dividido entre as emissoras de rádio e de TV. ‘Então, acho que compraram muito barato’.”

Breves observações:

a) Quem está dizendo que as privatizações foram um erro e feitas a “preço de banana” é um prócer da direita brasileira, ex-senador pelo PMDB de Minas Gerais, comprometido até o talo com interesses empresariais (sobretudo dos grupos de mídia nacionais, que em alguma medida contrastam com os interesses das teles multinacionais).

b) É interessante ver um político de direita, então ocupando um cargo num governo de centro-direita (o governo Lula), ter sua opinião publicada num jornal de direita, e essa opinião apontar um conjunto de equívocos no processo de privatização conduzido pelo governo de direita anterior (FHC): o preço da venda; a perda de poder de atuação do Estado; o desmantelamento de uma infraestrutura estatal estratégica; a perda de soberania nacional; a dependência com o exterior.

c) O que o Congresso Nacional está ensaiando fazer é outra tremenda pilantragem/crime no setor de telecomunicações, uma espécie de “gran finale” da bandalheira iniciada no governo FHC (PSDB) e completada por seguidas cagadas favorecendo cartéis empresariais durante os governos Lula (PT) e Dilma (PT).

Trump

5/2/2017

Vamos combinar assim: Donald Trump é uma espécie de mistura de Alexandre Frota, Jair Bolsonaro e João Dória.

Rapidinhas

4/2/2017

Privatização da Cedae. Eis a nova proposta dos chacais que tomaram o governo federal, associados aos péssimos governantes do Rio de Janeiro. O processo de pilhagem e destruição do Estado – naquilo que diz respeito ao desenvolvimento econômico e social, à garantia de direitos da população e à inserção soberana do país no cenário internacional – é um aspecto em comum entre o Brasil e o RJ. Por variadas razões, a privatização é um erro estratégio, um péssimo negócio e, também, um crime contra o povo fluminense.

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Uma pesquisa apontou que a “burocracia consome mais de 30% do tempo dos cientistas“, diz o Jornal da Ciência. O caso é particularmente grave no Rio de Janeiro. Um exemplo: o Tribunal de Contas do Estado obriga a FAPERJ a exigir dos cientistas atenção a aspectos fundamentais para a gestão dos recursos públicos aplicados no desenvolvimento de conhecimento científico de ponta, como a maneira como os canhotos das folhas de cheque são colados na folha A4 na prestação de contas. Outro dos muitos fatores é a falta de funcionários técnico-administrativos para realizar tarefas administrativas na universidade, situação dramática nas universidades federais – nas estaduais paulistas, o panorama é significativamente melhor neste aspecto.

O mesmo tribunal, ao que parece, não viu problemas nas prestações de contas dos governos Sérgio Cabral Filho e Luiz Fernando Pezão, nem nas políticas de isenções fiscais realizadas por ambos, fundamentais para sua grande realização: a falência do estado. Nem o TCE, nem o Ministério Público, nem o Tribunal de Justiça, nem o Ministério Público Federal/RJ, nem as polícias que atuam no estado…

Contudo, verdade seja dita: Cabralzinho ao menos cumpria a Constituição Estadual no que diz respeito ao montante que deve ser repassado à Faperj (o que provavelmente é um dos únicos aspectos positivos de seu governo, se não for o único). A última do atual governador foi cortar retroativamente 30% do orçamento de 2016. Detalhe: cortar 30% de dinheiro que foi prometido, mas não foi pago! Como a carreira científica é uma corrida de fundo (e os critérios de distribuição dos recursos das agências de fomento, bastante nebulosos), toda piora prejudica particularmente os mais novos.

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Nessa mentira que é o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, o Flamengo segue de vento em popa. É bom ver o time jogando bem e ganhando, embora isso não seja, de forma alguma, parâmetro para as competições de verdade que disputará ao longo do ano.


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