O roubo e o domínio da água

Quem elucida esse aspecto pouco abordado na relação entre Israel e Palestina é Ana Echevenguá, no artigo “A água (que ninguém vê) na guerra“, publicado na Agência Carta Maior. Um trecho:

E na Guerra pela Água vale tudo: os israelenses bombardeiam tanques d’água, grandes ou pequenos (muitas vezes construídos nos telhados das casas), confiscam as bombas d’água, destroem poços, proíbem que explorem novos poços e novas fontes d’água (a Cisjordânia, em 2003, contava com cerca de 250 fontes ilegais e a Faixa de Gaza, com mais de 2 mil). Israel irriga 50% das terras cultivadas, mas a agricultura na Palestina exige prévia autorização.

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