Funk: audiência pública na ALERJ + roda na Praça XV

Reproduzo abaixo informe enviado pelo MC Leonardo.

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“CHEGOU O GRANDE DIA!

Todos que tem acompanhado a luta dos profissionais e amigos do FUNK sabem que há mais de um ano temos dedicado grande parte de nossos esforços na revogação de uma lei que impossibilita a realização de bailes em nosso estado.

Esses esforços poderiam ser canalizados somente pra criação da nossa associação, mas nos deparamos com a lei 5265 e tivemos que dar prioridade absoluta à revogação da mesma.

Nessa luta, descobrimos que mais importante do que revogar é justamente fazer o que os deputados deveriam fazer antes que essa lei absurda fosse sancionada, levar a discussão a quem interessasse, que nesse caso seriam: Executivo e Legislativo do nosso estado e os profissionais que trabalham no movimento funk.

Essa discussão será feita através de uma audiência publica no dia 25/08, às 10 horas da manhã, no palácio Tiradentes na ALERJ. Esse dia entrará para historia, pois pela primeira vez o Funk será discutido no campo político e não no campo policial.

– Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, com:

i. APAFunk;

ii. Fernanda Abreu;

iii. Hermano Vianna;

iv. Adriana Facina;

v. Secretaria de Estado de Cultura;

vi. Secretaria de Estado de Educação.

– ATENÇÃO:

.vir de calça

.vir de tênis

.vir com documento de identidade ou semelhante

Estamos esperando um número bastante significativo nessa audiência, que é de 1000 FUNKEIROS. Como se trata de uma terça-feira de manhã, sabemos a dificuldade de reunir esse número, mas acreditamos que esse momento fará com que os FUNKEIROS entendam a necessidade de se movimentar em prol do seu próprio movimento.

Mc Leonardo

(Presidente da APAFUNK)”

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Fiquei sabendo aqui que haverá uma roda de funk na Praça XV dia 21/8, sexta-feira, com início às 17h.

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Uma resposta to “Funk: audiência pública na ALERJ + roda na Praça XV”

  1. Ricardo Cabral Says:

    Rapaz, para os meus ouvidos, o funk carioca, salvo raríssimas exceções, é um horror. A indigência melódica, a onipresente desafinação, a misoginia quase como regra, me desagradam sobremaneira. Mas diferencio muito bem o meu gosto musical e aquilo que considero socialmente reprovável, o que me leva a apoiar inequivocamente a revogação da lei 5265. Caso a causa seja vitoriosa, só torço que a galera da Tabajaras aqui ao lado não abuse nos decibéis da comemoração… :-P

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