Rapidinhas

No História(s) do Sport, trabalho a quatro mãos (fiz fotos e edição) com o amigo Álvaro do Cabo sobre duas tardes futebolísticas em Bogotá.

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Foi fundada a Associação Nacional dos Torcedores. A iniciativa, digna de aplauso e apoio, segue adiante. Acompanhe pelo blogue.

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Na revista Trip, uma bela reportagem sobre uma história do mundo do surfe: Taiu “de volta pra casa”.

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No Remídia, José Chrispiniano declara seu voto em Dilma Rousseff (PT).

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Organização (do festival) mesquinha, horrorosa e despreparada à parte, bateu um orgulho de ver uma banda que saúda o MST no palco, e cujo guitarrista toca usando boné do movimento e uma guitarra onde se lê “arm the homeless”. Nestes tempos em que muitos creem e dizem não haver mais diferença entre direita e esquerda, é bom esbarrar com gente que, mesmo nunca tendo vindo ao Brasil, tem uma bússola capaz de identificar para onde aponta a esquerda.

Estou falando do show do Rage Against The Machine no festival SWU, em Itu (SP). O Rage fez um show rock e bom pra cacete. Isso apesar do capitalismo à brasileira. Ou seja, apesar dos problemas graves e indesculpáveis com a organização (espaço mal distribuído, mesquinharias diversas com o público e os trabalhadores contratados para labutar no evento, despreparo para lidar com um público com as características do que vai ver o Rage etc.) e com o som (a banda tocou uma música quase inteira com retorno funcionando para o palco, mas zero de som saindo pelos alto-falantes voltados para a plateia).

Abaixo, “People of the Sun”. Logo no início, em inglês, o vocalista Zack de la Rocha dedica a música “aos corajosos irmãos e irmãs do MST”:

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2 Respostas to “Rapidinhas”

  1. Layanna Says:

    Eu fiz uma matéria com o Álvaro no mestrado do Cpdoc! rsrsrs… sobre História do Futebol, claro. hehehe

  2. Uma boa crítica do show do Rage no SWU « A Lenda Says:

    […] de S. Paulo sobre o show do Rage Against the Machine no Festival SWU (comentado brevemente por mim aqui). Trata-se de um exemplo – tão curto quanto significativo – de que, às vezes, há […]

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