Rapidinhas

Com a novidade em si, ainda não sei se me alegro ou entristeço. A curto prazo, parece boa. Mas vai saber… Os problemas do Flamengo há muito não se limitam a questões de curto prazo, mas continuam sendo tratados e negociados como se o fossem…

De qualquer forma, a redação desta notícia (via MSN) é das piores que li nos últimos tempos.

*  *  *

De Wanderley Messias da Costa, “professor titular do departamento de geografia da USP e um dos idealizadores do centro de biotecnologia da Amazônia”, em artigo publicado em O Estado de S. Paulo e reproduzido no Jornal da Ciência:

Podemos também observar o que nos têm indicado as poucas, mas muito relevantes, avaliações de qualidade disponíveis, a exemplo dos exames anuais aplicados aos recém-formados dos cursos de Medicina e Direito, respectivamente pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os resultados finais são alarmantes. Eles apontam que foram aprovados 16% dos médicos e 12% dos advogados inscritos nesses exames. As últimas avaliações do Ministério da Educação (MEC) abrangendo cursos e instituições de ensino superior do país – que incluem o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) – revelam que, com poucas exceções, os piores desempenhos são os das universidades e faculdades privadas. Na maioria desses estabelecimentos de ensino persiste uma conjunção de fatores conhecidos que bloqueia o seu desempenho: baixa qualificação do corpo docente; precariedade do acervo bibliográfico, das instalações prediais, dos equipamentos e laboratórios; salas com elevado número de alunos, currículos obsoletos, excesso de aulas expositivas e sistemas deficientes de avaliação.

Vale lembrar que o libera-geral das universidades particulares por parte do Ministério da Educação (MEC) foi iniciado na gestão de Paulo Renato Souza (PSDB), ministro durante os oito anos de FHC (PSDB). No governo Lula (PT), a bandalheira ampliou-se, agravou-se e generalizou-se em níveis inéditos (a esmagadora maioria dos intelectuais, militantes e/ou professores universitários que celebram as melhorias da educação durante o Governo Lula costumam calar sobre o tema). Somam-se a isso os milhões e milhões de reais dos cofres públicos injetados pelo governo federal nestas instituições por intermédio do lamentável ProUni.

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