Rapidinhas

O camarada Victor Andrade de Melo lançou um blogue sobre fotos esportivas da cidade do Rio de Janeiro: Rio, Cidade Sportiva.

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Caros Amigos e Brasil de Fato andaram publicando excelentes reportagens sobre o Saara Ocidental, a “última colônia da África”, escritas por Tatiana Merlino e Igor Ojeda. Dignas de prêmios em concurso sobre bom jornalismo e direitos humanos.

A Caros de abril trouxe ainda uma reportagem – importante e de conteúdo assustador – sobre a indústria farmacêutica no Brasil. Tem desvio ético, ilegalidade e crime para todos os lados, inclusive com apoio e participação de médicos. Uma das pilantragens apontadas é a criação de ONGs que supostamente lutam pelo direito de pacientes, para que estes tenham seus remédios fornecidos pelo Estado. Na verdade, estas entidades, geridas por advogados a soldo da indústria farmacêutica, demandam que o Judiciário obrigue o Executivo a comprar remédios – de determinada marca e fabricante, claro. Segundo a matéria, o relato sobre este tipo de procedimento foi feito pelo próprio presidente da Anvisa. Não por acaso, ele já foi ameaçado de morte.

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Por falar em banditismo articulando iniciativa privada e Estado, temos o caso dos provedores de acesso à internet, especialmente as grandes empresas de telefonia. É oportuna e fundamental a campanha “Banda Larga é um direito seu“, lançada recentemente por um conjunto numeroso e relevante de entidades brasileiras. Confira também o vídeo:

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Reproduzo convite da Justiça Global:

A Justiça Global e a Clínica Internacional de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard convidam para o lançamento do relatório “São Paulo sob Achaque: Corrupção, Crime Organizado e Violência Institucional em Maio de 2006”, no dia 9 de maio de 2011, segunda-feira, às 11 horas, na sede da Ação Educativa, na Rua General Jardim, 660, Vila Buarque, São Paulo, SP.

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Através de depoimento de um coronel à CPI das Armas da ALERJ, ficamos sabendo que o controle das Forças Armadas sobre suas próprias armas e munições é bastante frouxo. Mesmo insuficientes, os dados existentes apontam que, entre 2004 e 2008, metade das armas roubadas ou desviadas do Exército, Marinha e Aeronáutica sumiu de unidades localizadas no Rio de Janeiro. Por que será?

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