Rapidinhas

Neste artigo, publicado em edição de 2003 da revista Espaço Acadêmico, Esther Kuperman narra parte da história da comunidade judaica de esquerda no Rio de Janeiro. Trata-se de memória de uma trajetória bela, conturbada e comovente.

É fundamental conhecer esse viés do passado da comunidade judaica no Rio de janeiro, obscurecida pelo sionismo de direita (que tem enorme visibilidade na comunidade judaica carioca) e pela mídia hegemônica, os quais frequentemente apresentam parte como se correspondesse ao todo.

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Entidades e movimentos sociais, incluindo Rede contra a Violência, Apafunk e Justiça Global, divulgaram uma importante “Nota pública sobre a ocupação policial da Rocinha“.

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Saíram recentemente três artigos meus:

1) Na Revista Famecos, da UFRGS: Estudos de esporte na área de Comunicação: um panorama e algumas propostas (em pdf).

2) Na revista Licere, da UFMG, trabalho a quatro mãos com Juliana Viana: Do lazer e da comunicação: relações em campo(s) (em pdf).

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Por falar na área acadêmica de Comunicação, uma boa notícia: “Conselho Geral da Compós apóia o acesso livre ao acervo audiovisual e televisivo brasileiro, para pesquisa e ensino“. Um dos principais problemas enfrentados por nós, pesquisadores, é a falta de uma instituição estatal responsável por catalogar, preservar e disponibilizar para consulta o material existente. Ficamos, com frequência, reféns dos acervos privados de emissoras, empresas e famílias.

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Dia 1/12, às 17h, na sala 113 (térreo) do IFCS/UFRJ (no Largo de São Francisco, Centro), participo da mesa-redonda “Opinião pública, opinião publicada e o papel da mídia”, com Marcus Figueiredo (IESP/UERJ), Alzira Abreu (CPDOC/FGV) e Vladimir Lombardo Jorge (UFRRJ). O debate integra a programação (em pdf) do I Seminário de Pós-Graduandos em Ciências Sociais do estado do Rio de Janeiro (SEPOCS).

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E por falar na lógica da quantidade que tem regido a produção científica brasileira, incluindo parâmetros de avaliação bastante distorcidos e inadequados, caiu na caixa postal esta tradução, em português, para um manifesto por uma ciência lenta, lançado por pesquisadores franceses. Diria que estou de acordo com 95% da proposta. Todos que estão no jogo de alguma forma têm que se submeter a ele, embora possam discordar da lógica e das regras.

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Sobre o mesmo assunto, em entrevista a Carta Capital, Miguel Nicolelis lista alguns dos problemas para o desenvolvimento da pesquisa científica no Brasil, dando um pequeno panorama de como a estupidez de certas regras, agências de fomento e universidades pune os professores que querem fazer pesquisa.

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