Rapidinhas

 

Dentro da boa cobertura feita pelo Brasil de Fato (n. 455, 17-23/11/2011) a respeito da ocupação da USP e da trágica, violenta, injustificável e condenável intervenção da PM paulista, esbarrei com esse pequeno texto do jornalista Gilberto Maringoni intitulado “Os princípios da PM paulista”. Dá o que pensar. Como não achei alhures na internet, taquei no scanner e aí em cima.

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Pingou na caixa postal mensagem de amigo professor universitário recomendando a leitura desta reportagem sobre fraudes acadêmicas, publicada na Piauí. Professor de graduação há oito anos, já esbarrei com dezenas de casos de plágio – a todos, dei nota zero, para espanto e indignação de muitos alunos e alunas. E também já achei um plágio, uma vez, como parecerista de uma revista.

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Outro dia comentei que, no contexto das discussões (limitadas, é verdade) sobre reforma política, urge a aprovação do financiamento público exclusivo para campanhas eleitorais. Já não será esse ano: o debate e a votação do relatório final na comissão especial ficaram para fevereiro de 2012.

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Uma boa notícia: Ivan Valente foi eleito presidente nacional do PSOL.

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É por causa de pérolas como esta – uma análise do filme Os trombadinhas feita por Luiz Sant’Ana – que vale chegar, toda terça-feira, no blogue História(s) do Sport.

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Gostei desse breve artigo de José Roberto Torero sobre o recém-falecido Sócrates.

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Pinga no celular mensagem naquele esquema tudo em maiúsculas: “web: parabéns cliente tim, voce foi presenteado com instalacao+adesao de tv por assinatura. ligue (…)”.

Ah, o maravilhoso mundo das empresas… E desde quando existe qualquer possibilidade de algo que a Tim faça ou ofereça ao cliente ser um “presente”? Só se for de grego…

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Uma resposta to “Rapidinhas”

  1. Pádua Fernandes Says:

    Escrevo apenas para comentar que, como professor, também já pude detectar dezenas de plágios em trabalhos de alunos. Em geral, o zero acontece mais por falta de ética do que por falta de conhecimento. Com efeito, a ética é uma condição necessária para a educação.
    Como editor de revista, já tive de recusar artigos por plágio – em um caso, o autor plagiado era um dos pareceristas que recebeu o artigo para avaliá-lo…
    E, quanto ao ideário iconográfico da PM de São Paulo, o que se pode dizer? Só me ocorre agora, diante do imaginário e da prática militaristas, dar um viva a João Cândido, o maior nome da Marinha brasileira.

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