Rapidinhas

Niterói permanecerá fora do esquema das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), informa O Globo. Digo eu: entre critérios econômico-sociais (privilegiar a Zona Sul sociológica), de visibilidade midiática (Batan – cuja milícia torturou jornalistas e funcionários de um órgão que pertence à mídia corporativa e apoia seu governo – e Alemão) e de combate ao Comando Vermelho, Niterói não é prioridade. A matéria afirma também que o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) “lembrou do grande conflito ocorrido no Alemão em 2007“.

Já escrevi bastante sobre o episódio. Primeiro, aqui no blogue. Depois, meu incômodo, curiosidade e inconformismo acabaram resultando num livro: trabalho começado em março e publicado em setembro de 2008, durante o último ano do doutorado (defendi em março de 2009).

Para esse governador, foi e continuará sendo um “grande conflito”. Resta saber em qual sentido macabro devemos interpretar o uso do adjetivo.

*  *  *

E para não deixar a data passar em vão, uma das grandes letras de Jorge Benjor, lembrada por um amigo no Facebook: “Curumim chama Cunhatã que eu vou contar (todo dia era dia de índio)“. Fui ver de qual disco era, pois é um dos que não tenho. Bem-vinda amizade, de 1981. A sequência inicial é nada menos que:

1) O dia que o Sol declarou o seu amor pela Terra

2) Santa Clara clareou

3) Oé oé (faz o carro de boi na estrada)

Tá bom?

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Uma resposta to “Rapidinhas”

  1. LUIZ ROGERIO Says:

    belissimA MUSICA QUE A BABY DO BRASIL TAMBEM CANTOU ERA UMA DAS MINHA MUSICAS PREDILETAS

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