Rapidinhas

Outro dia esbarrei com esse trecho lendo a “Carta da Igualdade“, documento elaborado pelo movimento Carta Abierta,”un espacio no partidario ni confesional conformado por personas de la cultura, la educación, el periodismo, las ciencias, el cine, las artes, la poesía y la literatura, entre otras disciplinas“:

Elegimos, en este momento, llamar Igualdad a las posibilidades de una sociedad más justa con sus integrantes, menos esquiva de lo fraterno y lo cooperativo, menos abrupta en el recorte de las libertades para algunos. No se trata sólo de igualdad de oportunidades reclamada por el liberalismo ni de distribución económica, aunque todo ello resulta imprescindible. La ley del matrimonio igualitario –que lleva en su nombre la cuestión que tratamos–, seguida por otras de muy reciente aprobación, evidencia una virtuosa escucha legislativa de los reclamos y valores impulsados por las minorías. El derecho al aborto, concebido como defensa de la autonomía de las mujeres a definir sobre su cuerpo y su deseo a la maternidad –y ya no como sumisión a la voluntad de un otro–, está en el horizonte de esas medidas que, impulsadas por pocos, inauguran, sin embargo, otro estado de los valores, las creencias y las lógicas que estructuran la vida social.

Em poucas palavras, sugere que questões como casamento civil igualitário e aborto não são (prioritária, nem necessariamente) questões morais, mas superação de atrasos históricos quanto a ampliação de direitos e construção de políticas públicas. Isso, claro, para quem quer aprofundamento da democracia e igualdade.

Na Argentina, o Congresso Nacional entendeu dessa forma e aprovou.

Por aqui, os temas sequer são discutidos decentemente na sociedade, na mídia e nos espaços políticos – malgrado os esforços de alguns movimentos sociais, parlamentares, pesquisadores e afins.

O governo Dilma Roussef (PT), por sua vez, se faz de avestruz, para não enfrentar a bancada fundamentalista cristã que lhe dá apoio. Para que avanços democráticos, não se sabe.
*  *  *
“Seu relógio diz tudo sobre você”, diz a moça no anúncio do rádio. Poucas vezes na vida ouvi um slogan tão idiota e mentiroso.
Ah, o maravilhoso mundo da publicidade. Nele, ao menos, não há o fetiche do diploma que vigora no do jornalismo. A formação universitária específica pouco (nada?) tem a ver com a prática profissional realmente existente (como, aliás, no jornalismo, apesar do tanto que se fala em contrário).
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