Rapidinhas

Vale a pena ouvir esta entrevista de Victor Andrade de Melo, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), falando sobre a história dos Jogos Olímpicos.

Outro amigo, Cleber Dias, professor da UFG (Universidade Federal de Goiás) e também pesquisador de história do esporte, criticou as terríveis condições em que jazem acervos e documentos importantes da história goiana e brasileira.

*  *  *

Pingou na caixa postal artigo de Eugênio Bucci: “O nosso diploma não era para isso“. Depois de concordar publicamente com Kátia Abreu, Aloysio Nunes Ferreira e Jader Barbalho, senadores de direita que votaram no Senado Federal contra a obrigatoriedade do diploma específico em jornalismo para o exercício da profissão, reconforta ver que alguém como Bucci defende o mesmo ponto de vista que eu. O melhor parágrafo, a meu ver:

Em 2006 tivemos mais sorte. Naquele ano nossos parlamentares aprovaram algo bem parecido, o Projeto de Lei 79/2004, que definia mais de 20 funções privativas de jornalistas diplomados, entre elas a assessoria de imprensa, o magistério em faculdades de Jornalismo e o fotojornalismo. Sabiamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o projeto. Agora a chamada “PEC do diploma” vem para se vingar do bom senso de Lula em 2006 – e da decisão do STF em 2009.

*  *  *

Filmaço. Sessão seguida de debate com a diretora, Flavia e Castro, quinta agora, 30/8, às 18h30, na FGV. Auditório 1333, 13° andar, Praia de Botafogo, Rio de Janeiro.

Atenção: não vá de short, bermuda, chinelo de dedo ou sandália, porque a FGV é um lugar muito sério e julga os visitantes pela aparência.

*  *  *

Da série “listas não servem pra nada, especialmente se elaboradas por jornalistas”, esta, elaborada por três veículos do mesmo conglomerado da mídia corporativa: Eldorado FM, O Estado de S. Paulo e Estadão.com.br (sic) . Supostamente os “30 melhores discos brasileiros de todos os tempos“, para o internauta escolher o melhor.

Dois comentários rápidos:

1) O primeiro disco é de 1959, sugerindo que desse ano pra trás, tudo fica de 31 pra baixo na lista. Como os mortos não falam (muito menos elaboram listas), é, no mínimo, confortável.

2) Como, ao contrário do que a impessoalidade da lista o grupo OESP sugere, toda lista é pessoal e, portanto, passiva de subjetivismo, burrice, ignorância e obtusidade, qualquer uma que ignore “A tábua de esmeralda“, de Jorge Benjor, é burra e não deve ser levada a sério.

*  *  *

Por fim, compartilharam e recomendo um confere nas fotos de Cartiê Bressão, retratista atento de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: