Rapidinhas

Pingaram na caixa postal uma matéria e uma entrevista sobre o casamento gay na Bélgica. Lá ele existe há 10 anos e o primeiro-ministro e o ministro da Educação são gays. O mundo não acabou, muita gente está vivendo mais feliz, e, talvez, os intolerantes estejam aprendendo a conviver e a aceitar aquilo que não é espelho.

O único ponto que discordo é quando a entrevistadora diz que “no Brasil há um grande debate sobre o tema”. Gostaria muito que houvesse, nas ruas, no Congresso e nos meios de comunicação – inclusive com espaço para discussão no horário nobre da televisão. Infelizmente, não me parece ser o caso.

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Uma colega pesquisadora esteve presente na sessão em que duas ex-presas políticas depuseram, no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), perante a Comissão da Verdade. O relato que ela me fez foi impressionante.

Torço muito para que o trabalho da Comissão ajude não só a revelar histórias e episódios do passado, mas também a suscitar o debate sobre a  necessidade de justiça e de acabarmos, pra ontem, com a tortura.

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Vale a pena ler:

A farsa da anistia, de Vladimir Safatle

Tá bonito, mas precisa amaciar, de Arnaldo Bloch (apesar do título, o texto é bastante crítico em relação ao novo Maracanã)

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Vale a pena ver:

Cante um funk para um filme (direção: Marcus Vinícius Faustini e Emilio Domingos)

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