Rapidinhas

Perde muito o futebol brasileiro com a aposentadoria de Juninho Pernambucano, profissional exemplar e grande jogador.

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Pingou na caixa portal artigo do professor Moisés de Lemos Martins denunciando as políticas de ataque às ciências humanas em Portugal.

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Se não fossem os muitos afazeres, teria um tanto a dizer sobre o jornalismo praticado pela mídia corporativa do Rio de Janeiro nos últimos dias. Uma das vítimas da vez do jornalismo realmente existente nos meios de comunicação hegemônicos é o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ). Recomendo ouvir o pronunciamento dele. Dura dez minutos:

Já escrevi numerosas vezes neste blogue sobre tais práticas jornalísticas – uma das reflexões inclusive gerou um artigo acadêmico – e costumo abordá-las em sala de aula. Como nada mudou e muda, seguimos com nossas dezenas de casos Escola Base diários, Brasil afora.

Em meio à selva, ainda há quem considere que o tema mais importante a discutir seja a obrigatoriedade de passar quatro anos fazendo curso específico em universidade para depois executar esse tipo de jornalismo. Nenhuma palavra sobre as empresas que colocam trabalhadores em situações de risco, geralmente sem seguro de vida, hora-extra, sem adicional de periculosidade no contracheque.

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