Flamengo 1×2 Atlético (PR)

É muita notícia ruim na mesma semana: não bastasse a ressaca pelo fim da Copa do Mundo, o Flamengo voltou a jogar pelo Brasileiro.

Trata-se de tragédia anunciada neste blogue.

Decisões brilhantes como recolocar Felipe no gol e passar ao esquema 3-5-2 (e, claro, mudá-lo novamente no desenrolar do jogo, para 4-4-2; mas, vá lá, motivado por contusões) mostram que, apesar da repaginada na forma (incluindo o estilo de roupa “agora sou treinador europeu”), o Rinus Michels que veio das Gerais permanece o de sempre no conteúdo. Para nosso azar.

Três comentários sobre um jogo, para evitar desperdício de tempo meu e do(a) leitor(a):

1) O goleiro adversário jogou na intermediária boa parte do primeiro tempo. Houve momentos em que chegou quase ao meio-campo. O banco do Flamengo estava bem naquela linha de fundo (aliás, onde já se viu a torcida visitante ficar atrás do banco de reservas do mandante? Só no futebol profissional do Flamengo, em que o time viaja quase quatro horas para Macaé para jogar em casa). Ninguém teve a ideia básica de preparar uma jogada para encobrir o goleiro. Nem qualquer dos atletas teve a inteligência, visão de jogo e audácia de Neto Baiano, que, na mesma noite, fez um golaço encobrindo de muito longe o goleiro do Botafogo. Talvez sequer o estrategista pão-de-queijo tenha reparado o posicionamento e avisado aos jogadores.

2) A julgar pela arbitragem de ontem, vem aí algo que eu temia: os juízes viram muitos jogos da Copa e vão sair imitando as numerosas cagadas cometidas, com o sonho de virarem árbitros da Fifa. Resultado: a) muito blá-blá-blá antes de cada bola parada cruzada na área, atrasando o andamento do jogo (e, claro, nenhum pênalti foi marcado por abraço ou puxão de camisa); b) economia nos cartões.

3) Como se a ruindade da diretoria, do técnico e de boa parte dos jogadores (difícil saber, entre os três, quem entende menos de futebol…) fosse pouco, estamos numa maré de azar miserável. Samir, o único que se salvou entre os zagueiros, se machucou batendo uma falta. Paulinho, outro que merece elogios, porque se mata em campo, levou uma sola e também rodou, contundido. Enquanto isso, nenhum dos ex-jogadores em atividade escalados ontem no time titular se machuca…

Uma resposta to “Flamengo 1×2 Atlético (PR)”

  1. Rapidinhas | A Lenda Says:

    […] queijo. Em ordem, a partir do mais recente: este, este, este, este, este, este, este, este, este, este e […]

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