Rapidinhas

A Caros Amigos do mês passado trouxe algumas boas reportagens. Uma delas, “O DNA da corrupção”, de William Santos. Um trecho:

“O Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional estima que o Brasil deixe de recolher anualmente cerca de R$ 500 bilhões em impostos de decorrência da sonegação. O valor é sete vezes maior do que as perdas com a corrupção, que correspondiam a R$ 67 bilhões em 2013, de acordo com um levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), entidade que gosta de apontar a corrupção e se calar sobre sonegação. O montante de recursos que não chega aos tesouros da União, dos Estados e dos municípios seria suficiente para manter o programa Bolsa Família por dezoito anos. ‘Enquanto isso, o governo edita medidas provisórias para arrochar aposentados, desempregados e viúvas para economizar R$ 19 bilhões para pagar juros de dívida, atingindo milhões de trabalhadores’, critica Randolfe” [Rodrigues, senador do PSOL/AP].

A mídia corporativa – composta, em boa parte, por empresas que são, elas próprias, sonegadoras – cala sobre o assunto, ou trata como mal menor.

*  *  *

Um bom artigo sobre a triste situação das universidades federais: “A bolha do Reuni estourou“, de Luís Vieira, professor da UFRJ.

Um ponto de vista distinto, mas também interessante, é apresentado por outro professor (e futuro reitor) da mesma instituição, Roberto Leher, em entrevista ao Correio da Cidadania.

E, sobre a greve recém-encerrada dos professores da rede estadual paulista, este texto do também professor Plínio Gentil.

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