Rapidinhas eleitorais

Marcelo Freixo (PSOL) está no segundo turno da eleição para prefeito do Rio de Janeiro. Duplo motivo para comemorar: a ida dele para o segundo turno; e a derrota de candidatos de direita: boxe, Bolsonarinho, o ex-secretário do Cesar Maia e o ex-secretário de transportes – alguns dos quais tiveram boas votações, o que é lamentável, embora compreensível.

De quebra, o PSOL elegeu seis vereadores, com dois entre os cinco mais votados. Marielle Franco teve uma votação esplêndida. Contrapontos necessários aos trogloditas da direita (um deles teve a maior votação geral), aos candidatos ligados a milícias e à salada de partidos ideologicamente amorfos – todos elementos corriqueiros dos resultados das eleições legislativas na capital fluminense.

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Contudo, o domingo teve muitas notícias ruins. O panorama que saiu das urnas é desolador: avançam a direita e/ou os partidos que sequer têm espinha dorsal, ideologicamente falando. No geral, a esquerda tomou uma surra nas urnas – a capital paulista é o principal exemplo.

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A isso se soma o triste resultado do plebiscito na Colômbia. A direita truculenta venceu, para tristeza de milhões na Colômbia e na América Latina. David Quitián lançou bons recados e reflexões.

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Ainda sobre certos setores e modos de fazer política da direita brasileira, especialmente os setores que tomaram o Palácio do Planalto, uma boa reflexão do mestre Wanderley Guilherme dos Santos: “O Brasil dos Brutamontes“.

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