Rapidinhas

Eis que Falcão se despediu da seleção brasileira de futsal. Termina uma era. Falcão é daqueles atletas que admiro imensamente, embora não tenha o hábito de assistir ao esporte que praticam – gostava muito mais de jogar do que de ver salão. A representação nacional no esporte é uma construção. Mas quando a gente vê um sujeito como ele jogar, que dá um orgulho danado de ser brasileiro, isso, dá. Os perrengues que ele enfrentou, tanto no futsal quanto no campo, são inacreditáveis. Papo de filme de Hollywood, ou de crônica de Nelson Rodrigues.

O sujeito trocar uma modalidade em que é o melhor do mundo para se aventurar em outra, largar o certo pela busca do sonho, é algo digno de todos os aplausos – e raro, coisa de gênios como Michael Jordan e Robert Scheidt. Certa vez, estive no Morumbi num São Paulo x Atlético de Sorocaba (acho que era isso), e lembro que a torcida tricolor passou boa parte do jogo gritando o nome dele, que estava no banco. O coro se intensificou no segundo tempo. Eu e os amigos que estavam junto ficamos com a sensação de que o técnico (Leão) não o colocou para jogar só para contrariar a torcida.

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Por falar nisso, em algum momento desse ano preciso escrever sobre Kelly Slater competindo em mais um Circuito Mundial de Surfe.

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Voltando à vaca fria, duas boas leituras:

Luis Nassif: “Xadrez da democracia e do neo-brasilianista Barroso

Fernando Molica: “A decisão de Moro, o embaraço à Justiça e a liberdade de expressão

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