Archive for the ‘futebol brasileiro’ Category

Rapidinhas

10/6/2017

Caso sejam verdadeiras as afirmações da capa, o jornal O Povo de anteontem traz mais uma evidência de que é uma ficção o tratamento jornalístico do que acontece entre polícia e varejo da droga no Rio de Janeiro como “guerra”: “Policiais cobravam R$ 1 milhão para traficantes usarem caveirão. Inquérito que apurava morte de líder comunitária foi concluído. Glória Mica morreu por não aceitar pagar propina a PMs“.

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Como diria o poeta, “o novo já nasce velho”: o vereador do Partido Novo no Rio de Janeiro segue atuando firme e forte para defender os interesses das empresas e dos empresários. Desta vez, do transporte rodoviário. Enquanto isso, todo dia as empresas de ônibus fazem tudo sempre igual (e a Prefeitura, seja no governo do que prometeu que iria cuidar das pessoas, seja nos governos anteriores): hoje, foi um morto e dezenas de feridos. Na Cidade Olímpica, a montanha-russa atende pelo nome de ônibus. Só que, em vez de divertir, fere e mata. A Prefeitura, firme e forte, segue em seu papel de telemarketing passivo: fica fazendo rankings e anotando reclamações. Finge que não é com ela fiscalizar a bandalheira ampla, geral e irrestrita cometida todo santo dia pelas empresas de transporte rodoviário.

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Segundo Luis Nassif, as investigações a respeito de corrupção e outras pilantragens envolvendo empresas, empresários e políticos são também uma nova e milionária frente de negócios no setor de advocacia, com ramificações no de auditorias. Sob a alegação de que se está combatendo a corrupção e recuperando dinheiro público roubado, estabelecem-se relações promíscuas. Estas relações, por sua vez, custam um dinheirão aos próprios cofres públicos. Tudo muito sofisticado e de acordo com a lei (e com o que manda o Tio Sam), é claro.

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Atuando como praga de gafanhoto, o PMDB vai destruindo as já carcomidas instituições estatais brasileiras. Depois de trocentas administrações peemedebistas, os Correios estão moribundos (e continuam definhando). Estão arrebentando com o IBGE, o IPEA e o BNDES. Com o Banco do Brasil, também estão conseguindo: demissões, fechamento de agências, agora até o atendimento telefônico de várias agências foi banido. Vai acabar ficando um banco que guarda o dinheiro das pessoas, mas com o qual os clientes não conseguem entrar em contato.

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Mais um episódio do capitalismo à rubro-negra: o site do sócio-torcedor informa que “Setores Leste & Sul: Sócio-Torcedor que comprou ingresso para um desses setores, deverão levar o seu voucher além do cartão ingresso para orientação interna e localização do seu acesso às arquibancadas“. Afinal, agora o futebol brasileiro é muito organizado, assim como a diretoria do Flamengo, e alguns setores têm lugar marcado. Só que não…

O  torcedor tenta imprimir, mas o site/sistema não permite a impressão. Então o corno que paga mensalmente o tal Nação Rubro-Negra, possivelmente o pior programa de sócio-torcedor do mundo, entra em contato com o “Fale Conosco”.

Resposta de telemarketing: “Seu voucher não esta disponível para impressão, devido seus ingressos terem sido carregado no seu cartão ingresso de Sócio torcedor. Estamos a disposição.”

O torcedor tenta de novo: “Vocês só podem estar de brincadeira. Vejam o que está escrito no site do NRN: “- Setores Leste & Sul: Sócio-Torcedor que comprou ingresso para um desses setores, deverão levar o seu voucher além do cartão ingresso para orientação interna e localização do seu acesso as arquibancadas.” (…) Estão batendo mais cabeça que a defesa do Flamengo!”

A segunda resposta é o cheque-mate, introduzindo a situação de loop que caracteriza a surdes e obtusidade do telemarketing: “Seu voucher não esta disponível para impressão, devido seus ingressos terem sido carregado no seu cartão ingresso de Sócio torcedor. Estamos a disposição.”

Ou seja, é para imprimir a partir do site, mas o voucher não está disponível para impressão. A isto, muitos classificam como “boa administração”.

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Tem futuro

4/6/2017

Dewson Fernando Freitas da Silva é o nome dele. Já é árbitro da FIFA – o que diz muito. O comentarista Gérson Canhotinha de Ouro sempre explica, aos berros: “Ele é da Fifa!” Apitando como fez no Flamengo x Botafogo de hoje, já, já poderá largar o apito e se transformar em comentarista de arbitragem dos canais de televisão. Tem todas as características para tal!

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Por falar em arbitragem, a de quinta-feira, no Chapecoense x Cruzeiro da Copa do Brasil, foi parecida, mas deu gosto de ver – neste caso, como não sou torcedor de qualquer dos clubes, queria mais era ver o circo pegar fogo. E pegou.

Sobre a iniciativa do MPRJ de exigir torcida única nos clássicos do Rio

17/2/2017

“Só podem estar de sacanagem”, pensei, quando ouvi a notícia. Mas, infelizmente, é sério e é verdade. Em seu programa radiofônico de ontem (quinta), Washington Rodrigues sintetizou o que penso a respeito: “Isso é de uma estupidez que não tem tamanho”.

Parece uma daquelas típicas medidas baseadas na noção de que “está demais… alguma coisa precisa ser feita”. Ora, dependendo do que se vá fazer, melhor não fazer nada.

Confesso que estou com preguiça e sem tempo de elencar todos os motivos que sustentam minha opinião. Um deles: provavelmente o MPRJ não sabe, mas a porrada também estanca entre torcidas do mesmo time. Isso acontece há décadas, e já vi in loco ou ouvi histórias nas torcidas dos quatro grandes clubes do Rio. Há coisa de dois meses, o pau cantou na Tijuca depois de um jogo de basquete – entre torcidas do Flamengo. Aí vão fazer o quê? Proibir também a torcida do time da casa? De repente é uma ideia: Flamengo x Vasco no Maracanã, mas só pode comprar ingresso quem for botafoguense. (Deve ter botafoguense desempregado esfregando as mãos, pensando no quanto lucraria como cambista, repassando os ingressos aos flamenguistas e vascaínos.) Ou gringo! Taí, grande ideia! Vamos vender ingressos só para colonizadores: ingleses, italianos, holandeses, esse povo ordeiro e tranquilo que frequenta os estádios da Europa. (Ainda bem que ninguém do MPRJ lê o meu blogue, do contrário, periga a ideia aparecer numa próxima ação proposta pelo órgão.)

Para piorar, leio na notícia que “na ação, o promotor pede, ainda, que os clubes cadastrem e mantenham atualizadas, mensalmente, as informações de suas torcidas organizadas, identificando cada um dos integrantes por nome e CPF“. Ora, o clube não é responsável pelas torcidas organizadas. Isso é a coisa mais óbvia do mundo – quer dizer, estou vendo que, para o MPRJ, não é. Nas situações em que o clube ajuda as torcidas organizadas, ok, responsabilize-se o clube e seus dirigentes. Mas, a priori, clube é uma coisa; torcida é outra. “Uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa”, como eu costumava dizer na primeira aula de Metodologia Científica.

Até onde eu sei, o direito de associação ainda é livre no Brasil. As pessoas se juntam para formar uma torcida (que é uma forma de associação). Ora, o que o clube tem a ver com isso? Que poder tem o clube de intervir? O MPRJ quer transferir para os clubes uma parte do monopólio da violência e do controle que pertence ao Estado? Se a polícia civil, que tem a obrigação de manter atualizado um cadastro dos crimes, criminosos, foragidos etc., mal faz isso, como é que os clubes vão identificar os torcedores? Um funcionário do clube vai telefonar todo mês para a sede da torcida organizada para perguntar quem pagou a mensalidade e quem tá no pendura? Mandar a polícia investigar os crimes e produzir provas que ajudem à condenação dos criminosos não rola, né?

O MPRJ, é bom lembrar, pouco ou nada investigou/investiga o governo anterior do Rio de Janeiro, o governo atual, as milícias, o jogo do bicho, as relações entre empreiteiras e obras da Copa e das Olimpíadas, o telhado do Engenhão que ameaçou cair, a péssima qualidade das concessões públicas de transporte municipal e intermunicipal no RJ, os trens do ramal de Saracuruna que quebram todo dia, a catastrófica situação da rede estadual de educação e trocentos outros problemas. Por atos e omissões, ajuda a manter a impunidade do inacreditável número de homicídios cometidos pelas polícias do Rio de Janeiro a cada ano. E por aí vai… Mas agora arrumou uma solução para acabar com a bandalheira nos clássicos de futebol. Genial! (Pelo menos, a iniciativa não pede duas ações do amplo acervo de medidas geniais que já foram tomadas para acabar com o nosso futebol, quer dizer, com a violência das torcidas: pedir interdição do Engenhão e jogo com estádio vazio.)

Ainda segundo a notícia publicada no site do MPRJ, “vale lembrar que uma medida semelhante foi adotada nos clássicos do futebol paulista, resultando na redução em 75% no número de embates entre torcidas rivais.” Anteontem mesmo a porrada comeu em Santos depois de um clássico San-São, nesse novo modelo que se quer adotar aqui. Seria mais fácil pedir a instauração de estado de sítio, toque de recolher, essas coisas, e mandar todo mundo ficar em casa. Assim, talvez, ficássemos em paz. Ou não – que o digam os capixabas…

Lançamento do livro “A construção do sentimento local: o futebol nos arrabaldes de Bangu e Andaraí (1914-1923)”

25/8/2014

Dia 6/9 será lançado o livro A construção do sentimento local: o futebol nos arrabaldes de Bangu e Andaraí(1914-1923), de Nei Jorge dos Santos Junior. Será na Livraria Leitura do ParkShopping Campo Grande, a partir das 19h. Endereço: Estrada do Monteiro, 1.200, Campo Grande, Rio de Janeiro.

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Rapidinhas

16/8/2014

O rádio informa que o Flamengo está negociando a contratação de Elton.

“Puta que pariu! Não é possível!”, reagi, esbravejando sozinho.

Sim, trata-se daquele centroavante que foi artilheiro da Segundona pelo Vasco. Pelo visto, a diretoria do Flamengo está precavida e resolveu já ir adaptando o elenco ao que se avizinha para o próximo ano: a disputa do título que nenhum time grande quer ter.

De coerência, não podemos reclamar no que diz respeito às contratações das últimas diretorias (esta e a anterior): o Flamengo continua um combinado de reservas do Corinthians e do Grêmio. Segundo a emissora AM, Elton está “treinando em separado” no Corinthians.

Flamengo 1×0 Sport

12/8/2014

Coisa horrorosa o jogo de domingo contra o Sport Recife. Pelo menos, ganhou. Passamos de último a penúltimo, mas melhoramos consideravelmente a situação frente aos oito últimos (metade deles perdeu: Vitória, Palmeiras, Botafogo e Chapecoense).

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O time correu mais do que na época do estrategista pão-de-queijo, principalmente quando está defendendo. Ainda assim, continua perdendo a maioria dos rebotes e sobras – em futebol, isto geralmente é sinal de desatenção, de correr pouco ou de falta de vontade.

Com a bola, continua o seguinte:

a) a bola queima: ou os jogadores giram e a atrasam até chegar ao goleiro; ou a rifam pra frente. É isso durante boa parte do tempo – e é muito irritante ver jogo assim.

b) ninguém se mexe: a falta de velocidade e de “compactação” (para usar um termo da moda) é impressionante. O jogador recebe a bola e, se tiver categoria para olhar em volta (o que nem sempre acontece…), se vê sozinho. No jogo de hoje, Canteros foi uma exceção, tentando passes e lançamentos longos e difíceis. Errou a maioria, mas foi um alento, tanto na jogada do gol como em um ou outro contra-ataque. Quando não se trata de contra-ataque, a falta de movimentação atrapalha muito.

c) medonho em bola parada e cruzamentos: Mugni, mesmo entrando no segundo tempo, conseguiu errar quatro ou cinco cruzamentos em faltas e escanteios. Estava batendo tão mal as bolas paradas que, a partir de certo momento, passaram a revezar-se João Paulo e Canteros.

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Com todas as críticas que se pode fazer ao Vanderlei Luxemburgo – e tenho várias ressalvas com relação a ele -, é muito bom ouvir um técnico dizer, na entrevista coletiva pós-jogo, que, por hora, o que o Flamengo tem a oferecer é jogo feio mesmo. Tivemos muitos treinadores nos últimos tempos – inclusive o próprio Luxemburgo -, que, quando o time jogava mal por partidas seguidas, nunca assumiam a ruindade. Quase sempre ouvíamos o papinho de “estamos melhorando”, “a equipe está evoluindo” etc.

Por pior que tenha sido o time que ganhou esse domingo, ele é melhor do que o treinado pelo Rinus Michels que veio das Gerais. É melhor em termos de vontade, táticos e técnicos. Inclusive porque, entre os titulares, não tem mais Felipe, André Santos e Elano.

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O time é horroroso e estava em último na tabela, mas levou 35.000 pagantes e 42.000 presentes ao Maracanã. Se continuar assim nos jogos em casa, talvez escape. Como venho argumentando há meses, para tanto, é preciso que a diretoria profissional pare com idiotices como mandar jogos em São Paulo, Brasília e Macaé. Nesse aspecto, ao menos já há o apoio do técnico – em entrevistas que ouvi semana passada, falou que o Flamengo tem que jogar no Maracanã. Ponto para ele.

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A sorte andou nos faltando em muitas ocasiões desde o início do Campeonato Brasileiro. Ganhar seis pontos em dois “jogos de seis pontos” seguidos (Botafogo e Sport), com gol em cruzamento perfeito de João Paulo, talvez seja um sinal de que a coisa começou a virar.

Rapidinhas

28/7/2014

Marcelo Freixo falou e disse sobre as prisões recentes de ativistas no Rio de Janeiro.

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O Flamengo ganhou apenas um dos últimos oito jogos no Campeonato Brasileiro. Qual? Aquele em que o técnico não era o estrategista pão-de-queijo.A coisa continua feia, mas já se vislumbra alguma luz no fim do túnel.

 

Rapidinhas

24/7/2014

Eis que o estrategista pão-de-queijo foi demitido. Lá vamos nós para mais um ano com três ou quatro técnicos. Vai ver, é parte da “nova etapa, já prevista anteriormente“…

O Van Gaal ipatinguense ficou pouco mais de dois meses no cargo. Não deixará saudades. Espero ter um descanso de pelo menos uns 15 anos até que outro gênio dirigente do Flamengo resolva contratá-lo novamente.

Talvez o único ponto positivo das vezes em que o Rinus Michels que veio das Gerais foi técnico do Fla tenha sido me motivar a escrever sobre o time. Talvez.

Durante estas nove ou dez tenebrosas e intermináveis semanas, escrevi 11 textos falando do time, do clube, do técnico e/ou da diretoria. Na grande maioria deles, analisei o desempenho da equipe e do estrategista pão de queijo. Em ordem, a partir do mais recente: este, este, este, este, este, este, este, este, este, este e este.

Dois exemplos.

1) Em 14/5/2014, escrevi: “Não custa perguntar (mas duvido que algum setorista de Flamengo o tenha feito): se o objetivo da diretoria é reduzir despesas, para que assinar contrato com técnico até dezembro de 2015? Até o fim desse ano não tava bom, não?

2) Em 30/5/2014, escrevi: “Onde está mesmo a diretoria? Cadê as explicações sobre as cagadas sequenciais das últimas semanas? Ninguém dá uma entrevista? Ninguém explica o que houve com Felipe?

O pior é que o contrato que ela assinou com o estrategista vai até o final de 2015. Resta saber se ele dura até o final do primeiro turno.

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Algumas companhias aéreas suspenderam temporariamente os voos para Tel Aviv. Houve choro e ranger de dentes, inclusive na mídia 

Os voos para a Palestina estão temporariamente suspensos desde 1948. Aparentemente, ninguém por aqui noticiou, nem se sentiu inseguro ou escandalizado.

Rapidinhas rubro-negras

22/7/2014

No Show do Apolinho de ontem (21/7), o repórter que estava cobrindo o Flamengo informou que, caso Ney Franco seja demitido, a multa rescisória da comissão técnica “gira em torno de R$ 1 milhão”. Caso estejam corretas as informações divulgadas pela emissora nos últimos meses, trata-se de uma sequência impressionante de erros da diretoria:

1) Demitir Jayme de Almeida

2) Contratar o estrategista pão-de-queijo

3) Contratar o estrategista pão-de-queijo pagando-lhe o dobro do salário de Jayme

4) Contratar o estrategista pão-de-queijo pagando-lhe o dobro do salário de Jayme até dezembro de 2015

5) Contratar o estrategista pão-de-queijo pagando-lhe o dobro do salário de Jayme até dezembro de 2015 e com multa rescisória alta

Será um jogo dos sete erros? Valha-nos São Judas Tadeu.

Flamengo 1×2 Atlético (PR)

17/7/2014

É muita notícia ruim na mesma semana: não bastasse a ressaca pelo fim da Copa do Mundo, o Flamengo voltou a jogar pelo Brasileiro.

Trata-se de tragédia anunciada neste blogue.

Decisões brilhantes como recolocar Felipe no gol e passar ao esquema 3-5-2 (e, claro, mudá-lo novamente no desenrolar do jogo, para 4-4-2; mas, vá lá, motivado por contusões) mostram que, apesar da repaginada na forma (incluindo o estilo de roupa “agora sou treinador europeu”), o Rinus Michels que veio das Gerais permanece o de sempre no conteúdo. Para nosso azar.

Três comentários sobre um jogo, para evitar desperdício de tempo meu e do(a) leitor(a):

1) O goleiro adversário jogou na intermediária boa parte do primeiro tempo. Houve momentos em que chegou quase ao meio-campo. O banco do Flamengo estava bem naquela linha de fundo (aliás, onde já se viu a torcida visitante ficar atrás do banco de reservas do mandante? Só no futebol profissional do Flamengo, em que o time viaja quase quatro horas para Macaé para jogar em casa). Ninguém teve a ideia básica de preparar uma jogada para encobrir o goleiro. Nem qualquer dos atletas teve a inteligência, visão de jogo e audácia de Neto Baiano, que, na mesma noite, fez um golaço encobrindo de muito longe o goleiro do Botafogo. Talvez sequer o estrategista pão-de-queijo tenha reparado o posicionamento e avisado aos jogadores.

2) A julgar pela arbitragem de ontem, vem aí algo que eu temia: os juízes viram muitos jogos da Copa e vão sair imitando as numerosas cagadas cometidas, com o sonho de virarem árbitros da Fifa. Resultado: a) muito blá-blá-blá antes de cada bola parada cruzada na área, atrasando o andamento do jogo (e, claro, nenhum pênalti foi marcado por abraço ou puxão de camisa); b) economia nos cartões.

3) Como se a ruindade da diretoria, do técnico e de boa parte dos jogadores (difícil saber, entre os três, quem entende menos de futebol…) fosse pouco, estamos numa maré de azar miserável. Samir, o único que se salvou entre os zagueiros, se machucou batendo uma falta. Paulinho, outro que merece elogios, porque se mata em campo, levou uma sola e também rodou, contundido. Enquanto isso, nenhum dos ex-jogadores em atividade escalados ontem no time titular se machuca…


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